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N Sports alcança vice-liderança na TV fechada e no engajamento digital com Copa do Mundo de 2026

Desimpedidos, plataforma da NWB que acompanha a cobertura, registrou mais de 480 milhões de visualizações em 20 dias de Mundial

Alexandre Pato, Galvão Bueno e Mauro Beting formam uma das equipes de transmissão de SBT e N Sports para Copa do Mundo 2026 - Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • N Sports cresce em audiência na Copa do Mundo de 2026, alcançando vice-liderança na TV fechada com os jogos do Brasil.
  • Programas de cobertura e presença digital da N Sports têm alto engajamento, com visualizações recordes nas redes sociais.
  • Desimpedidos mantém liderança em engajamento digital, superando concorrentes com conteúdo inovador e linguagem descontraída.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A N Sports obteve um crescimento de audiência com as transmissões e a cobertura da Copa do Mundo de 2026. Em parceria com o SBT, o canal por assinatura alcançou a vice-liderança na TV fechada com os jogos do Brasil.

Segundo dados do Ibope, a N Sports atingiu 35% do número total de pessoas alcançadas pelas emissoras que estão transmitindo o torneio da Fifa. Os números de audiência do canal têm evoluído conforme a competição avança.

Com a partida entre Brasil e Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos, a emissora registrou uma audiência quatro vezes maior do que a média obtida no período pré-Copa. Até então, o melhor número havia sido obtido com a convocação da seleção brasileira, no dia 18 de maio.

Com as eliminatórias sendo disputadas e o Brasil ainda vivo no Mundial, a expectativa da N Sports é que os números continuem evoluindo. O canal tem uma proposta multigeracional, que une o apelo à novas gerações com nomes como Chico Pedrotti e a tradição de Galvão Bueno. 

“A Copa do Mundo está sendo uma oportunidade de a N Sports firmar sua marca entre os principais agentes do mercado de transmissão esportiva. Estamos olhando para além da disputa por audiência, o importante é ver nossa proposta multigeracional e multiplataforma estar mais presente na memória do público”, afirmou André Barros, CEO da N Sports e da produtora NBW.

“Após a Copa, teremos desafios como a transmissão de torneios nacionais e internacionais e cobertura não apenas do futebol, mas de outras modalidades. O calendário do segundo semestre e do próximo ano prometem fortes emoções para os fãs de esporte na N Sports”, completou.

Para além da transmissão dos jogos, os programas de cobertura da Copa do Mundo 2026 também tiveram ganho de audiência. O “Vem Pro Jogo” e o “Balanço da Copa), transmitidos em simulcast com o SBT, alcançaram os dois primeiros lugares nas 10 maiores audiências da N Sports no período inicial do Mundial.

Digital

No ambiente digital, a representatividade da N Sports também cresceu. O canal tem a segunda maior taxa de engajamento entre as emissoras esportivas, de 4,3%. O líder do ranking é o Desimpedidos, plataforma de conteúdo da NWB, com 5,3%.

De acordo com dados da plataforma Sprout, entre os dias 10 e 30 de junho as cerca de mil postagens publicadas pela N Sports superaram 60 milhões de visualizações e 2,7 milhões de curtidas, compartilhamentos e comentários.

Os números representam um desempenho 45 vezes maior do que o registrado nos 90 dias anteriores. Algumas publicações atingiram o recorde da emissora, com 13,3% de engajamento e mais de 4 milhões de visualizações no TikTok.

Desimpedidos

O Desimpedidos, responsável principalmente pelo contato com o público mais jovem, com uma linguagem bem-humorada e descontraída, apostou na criação de conteúdos para além das partidas.

Com Chico Pedrotti e Bolívia Zica, o canal realizou, por exemplo, uma expedição pelo México durante a primeira fase da Copa do Mundo 2026. Durante os primeiros 20 dias do Mundial, o Desimpedidos realizou 900 publicações, que geraram mais de 480 milhões de visualizações e 25 milhões de engajamentos.

“O Desimpedidos confirma seu pioneirismo digital, assumindo o posto de canal esportivo mais engajado, seguido pela própria N Sports, superando grandes ‘players’ em uma métrica bastante observada pelo mercado publicitário. Mostramos seletividade e assertividade nos projetos editoriais, conseguindo mais interação proporcionalmente, com menos volume de conteúdo”, concluiu André Barros.