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Com Galapagos, N Sports busca investimento de até US$ 30 milhões no mercado

Empresa quer ampliar operação após desempenho na Copa do Mundo e procura investidores de "growth equity"

Galvão Bueno foi a principal atração da transmissão do SBT e da N Sports na Copa do Mundo 2026 - Divulgação

Galvão Bueno foi a principal atração da transmissão do SBT e da N Sports na Copa do Mundo de 2026 - Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • N Sports busca captar entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões com investidores de capital de crescimento para acelerar expansão.
  • Parceria com o SBT na Copa do Mundo 2026 elevou engajamento digital e despertou interesse local e internacional.
  • N Sports enfrentou desafios financeiros pós-Copa, mas garantiu receita com patrocínios e manteve vice-liderança na TV por assinatura.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A N Sports contratou a Galapagos Capital para conduzir um processo de captação de recursos para levantar entre US$ 20 milhões e US$ 30 milhões junto a investidores que atuam na fase de “growth equity” (“capital de crescimento”, em tradução livre), que é quando a empresa busca acelerar seu crescimento e escalar suas operações.

A tentativa de aumento de capital acontece após a emissora ter integrado parceria com o SBT na transmissão de 32 partidas da Copa do Mundo de 2026.

Expansão

Segundo a empresa, o aumento da exposição da marca e do engajamento nas plataformas digitais durante o evento despertou o interesse de investidores locais e internacionais. Além disso, fatores como a concorrência crescente no setor de transmissão esportiva, o custo elevado dos direitos e as mudanças nos formatos de licitação influenciaram a decisão de acelerar o plano de expansão.

A Galapagos será responsável por estruturar o processo e selecionar potenciais parceiros estratégicos ao canal na TV fechada.

“O produto Copa atestou a capacidade de entrega da N Sports e abriu uma janela de oportunidades. Em pouco tempo, a assessoria da Galapagos já engajou conversas promissoras com investidores de referência locais e globais”, contou André Argolo, diretor de relações institucionais e direitos esportivos da N Sports, à Máquina do Esporte.

“Isso é um bom indicativo, pois esses investidores estão compreendendo o potencial da N Sports e a força do público brasileiro para o consumo digital de eventos esportivos e de entretenimento”, complementou o executivo.

Finanças

Segundo a Máquina do Esporte apurou, a N Sports passa por um momento de dificuldade no fluxo de caixa no pós-Copa do Mundo. No entanto, ainda há um saldo a receber das cotas de patrocínio do Mundial da Fifa.

Em parceria com o SBT, a N Sports atraiu Airbnb, Bem Brasil, Betnacional, Carrefour, Esportes da Sorte, Friboi, Haleon, Hyundai, McDonald’s, Pagbank, Seara e Shopee.

Ainda de acordo com apuração da Máquina do Esporte, a divisão da receita ficou 74% para o SBT e 26% para a N Sports.

Desempenho

Durante a Copa do Mundo, a N Sports manteve-se na vice-liderança de audiência na TV por assinatura, atrás apenas do Sportv que também transmitiu a Copa e tinha direito a mais jogos.

A transmissão conjunta com o SBT teve como principal chamariz a presença do narrador Galvão Buenos nos jogos da seleção brasileira e nas principais partidas. O profissional anunciou, após a competição, que havia sido sua última Copa como narrador, podendo retornar como apresentador ou comentarista.

Nas redes sociais, a N Sports alcançou cerca de 600 milhões de visualizações e 45 milhões de interações em 40 dias de cobertura, com taxa de engajamento de 6%.

O Grupo NWB, que integra a mesma empresa, também obteve destaque com o canal Desimpedidos, que registrou mais de 1,2 bilhão de visualizações e 78 milhões de interações no mesmo período.