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Motor / Sustentabilidade

DHL busca atingir meta de sustentabilidade no calendário da Fórmula 1

Empresa de logística quer melhorar eficiência dos veículos, diminuindo emissões de CO2

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 03/05/2022, às 12h52 - Atualizado às 12h54

Parceira da F1 desde 2004, DHL busca diminuir emissão de CO2 com maior eficiência dos veículos - Divulgacao / DHL
Parceira da F1 desde 2004, DHL busca diminuir emissão de CO2 com maior eficiência dos veículos - Divulgacao / DHL

A DHL, parceira de logística da Fórmula 1, iniciou os trabalhos de transporte de até 1.400 toneladas de cargas da categoria, que inclui carros de corrida, pneus, peças de reposição, combustível, equipamentos de transmissão, marketing e hospitalidade. A empresa busca ajudar a F1 a atingir sua meta de reduzir a produção de carbono para zero até 2030.

“Gerenciamos a logística da Fórmula 1 há quase 40 anos. Com o crescimento contínuo da popularidade do esporte, com mais datas e percursos sendo adicionados ao calendário, a logística continua sendo uma parte muito importante do que fazemos”, disse Arjan Sissing, diretor global de marketing da marca Deutsche Post DHL Group.

Para este ano, a DHL está equipando toda sua frota de caminhões da F1 com GPS para monitorar o consumo de combustível, selecionar as rotas mais eficientes e reduzir as emissões de CO2. O calendário teve início no último dia 20 de março, com o GP do Bahrein. Neste ano, o campeonato abrange seis continentes e conta com a estreia do GP de Miami, nos Estados Unidos.

“Hoje, nosso objetivo é ajudar a Fórmula 1 a reduzir sua produção de carbono e o impacto ambiental geral. Como líder do setor em logística verde, somos qualificados de maneira única para cumprir essa promessa e estamos muito orgulhosos de apoiar a F1 no estabelecimento contínuo de novos padrões para tecnologia automotiva e sustentabilidade”, comentou Sissing.

Outras medidas incluem o uso de aeronaves Boeing 777 de baixo consumo de combustível da DHL, que reduzem as emissões de carbono em 18% em relação aos aviões tradicionais, e o aproveitamento de soluções de transporte multimodal, incluindo fretes terrestres e marítimos.

“A F1 não só criou o sistema híbrido mais eficiente já construído, mas agora está intensificando seus esforços para desenvolver um combustível drop-in 100% sustentável a partir de biorresíduos renováveis, um combustível que poderia ser usado em carros e caminhões em todo o mundo”, contou o executivo.

Metas climáticas

Com a missão de acelerar o comércio sustentável nos próximos dez anos, o Grupo Deutsche Post DHL Sustainability Roadmap incluiu um investimento de € 7 bilhões até 2030 em operações de logística limpa com o objetivo de reduzir as emissões de carbono. A meta é a redução de 33 milhões de toneladas em 2020 para menos de 29 milhões até 2030, apesar do crescimento maior esperado das atividades logísticas da empresa no mundo.

Para atingir esse objetivo, o grupo aumentará a proporção de combustíveis sustentáveis no transporte de longo curso e aumentará o mix de combustível de aviação sustentável em mais de 30%. Além disso, também oferecerá alternativas ecológicas para seus principais produtos e soluções, e projetará todos os seus novos edifícios para serem neutros em carbono.

A empresa também planeja o uso de energia elétrica em 60% dos veículos de entrega de trecho final e a implantação de mais de 80 mil veículos elétricos até 2030. Segundo a companhia, essas soluções sustentáveis também são buscadas no trabalho com a F1.

“É uma verdadeira parceria baseada em agilidade, precisão e, cada vez mais, sustentabilidade”, resumiu Sissing.