Assis aguarda definições para interagir com torcida

Clube terá de trocar de cidade para seguir no NBB - Crédito Maurício R. Martins

Clube terá de trocar de cidade para seguir no NBB - Crédito Maurício R. Martins

Quase duas semanas após divulgar como quase certa a mudança para Marília para salvar o basquete, o Assis ainda não sabe se irá migrar para a cidade vizinha, e portanto prefere esperar para começar a trabalhar ações de marketing com torcedores.

"Temos mapeado possibilidades e deixado ideias engatilhadas, mas não podemos começar nenhuma campanha, gastar energia, antes de o anúncio oficial acontecer", resume Marcus Gil, diretor de marketing do Assis Basket, à Máquina do Esporte.

Desde que Joaquim Motta Carvalho Junior, presidente do clube, disse à imprensa que sairia da cidade de Assis e rumaria para Marília ou Santos, interessadas em receber a equipe de basquete, habitantes do antigo lar têm se queixado à imprensa sobre a mudança.

Por essa razão, o diretor vê a necessidade de interagir com torcedores para amenizar possíveis efeitos negativos da migração. Uma referência ruim está no futebol, no qual Guaratinguetá perdeu a equipe de futebol para Americana, e o nível de rejeição ao time cresceu.

"Quando estourou a situação financeira, houve um caso isolado de pichamento no ginásio, que foi resolvido duas horas depois", conta Gil. "Mas, depois daquilo, não teve nenhum outro problema, embora saibamos que os torcedores estão chateados".

Os efeitos colaterais mais danosos, segundo o dirigente, devem ficar sobre a prefeitura de Assis, cujo investimento na equipe de basquete foi cortado logo após o último Novo Basquete Brasil (NBB), inviabilizando financeiramente a existência do clube.

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