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Candidatos a Copa seduzem com camisetas

Candidatos a Copa seduzem com camisetas

Guilherme Costa em São Paulo - SP Publicado em 14/06/2010, às 11h00

Apresentadas na última quinta-feira, durante a 60ª edição do congresso da Fifa, as nove candidaturas a receber uma das próximas edições da Copa do Mundo apostaram em brindes extremamente simples. A lista de mimos entregues a dirigentes que participaram do evento contou com produtos como camisetas, gorros, gravatas e canetas. Essas ofertas foram meios que as candidaturas usaram para chamar atenção dos dirigentes e entregar a eles os prospectos de seus projetos. A despeito de a maioria dos brindes serem bem simples, o público presente se aglomerou nos estandes. Na barraca do Qatar, por exemplo, convidados enchiam a mão com quatro ou cinco unidades de uma caneta dada pelo comitê local. O Qatar também distribuiu camisetas para sensibilizar o público para seu projeto, voltado a organizar a Copa do Mundo de 2022. E ao menos na quinta-feira, no congresso realizado em Johanesburgo, o estande do país do Oriente Médio foi o mais procurado entre os nove. Outro país que causou furor com seus brindes foi o Japão. Os asiáticos postulam organizar a Copa do Mundo em 2018 e 2022, e junto com o documento de candidatura entregaram ao público hashis e lenços com motivos orientais. No estande da Austrália, dirigentes entregavam uma sacola com gorros e camisetas de manga comprida. O projeto de Espanha e Portugal apostou em gravatas amarelas, com estampa que une as bandeiras dos dois países. A Rússia preferiu dar um pen drive com as informações de seu projeto, e os Estados Unidos também deram canetas como presentes. A Inglaterra priorizou o documento que apresenta sua candidatura, e o único brinde oferecido aos presentes foi um pequeno caderno dentro do prospecto. A Coreia do Sul também distribuiu camisetas, e a proposta de Bélgica e Holanda não contou com nenhum brinde. Realizado no centro de convenções de Sandton, em Johanesburgo, o congresso da Fifa tinha acesso restrito. Havia um credenciamento específico para o evento, e a mídia seria atendida apenas em entrevista coletiva posterior. No entanto, ao conversar com seguranças sobre o caminho para obter essa autorização, a reportagem da Máquina do Esporte acabou conduzida por engano ao setor exclusivo em que dirigentes e convidados almoçavam.