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Copa do Mundo Feminina terá "briga recorde" por sede em 2023

Categoria vive auge e teve nove candidaturas oficiais, entre elas do Brasil

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 19/03/2019, às 09h14 - Atualizado às 12h14

Imagem Copa do Mundo Feminina terá "briga recorde" por sede em 2023

A Copa do Mundo Feminina de futebol de 2019, que será disputada na França, terá início no próximo dia 7 de junho. Cada vez mais comentado no meio esportivo e atraindo marcas importantes, o futebol feminino vive seu auge nos últimos meses. E as boas notícias para os fãs da modalidade parecem aumentar dia após dia.

A Fifa divulgou nesta terça-feira (19) que nada menos do que nove candidaturas de dez países foram enviadas à entidade com interesse em sediar a edição de 2023 do Mundial. Desde a criação do torneio, em 1991, nunca tantos países haviam se interessado em receber a competição.

Foto: Divulgação / CBF

Para quem não sabe, um dos países que entraram na "briga" é o Brasil. A disputa será com África do Sul, Argentina, Austrália, Bolívia, Colômbia, Japão, Nova Zelândia e uma candidatura conjunta das Coreias do Sul e do Norte.

Todos os países receberão documentos de apresentação geral e também de licitação. Então, terão até o próximo dia 16 de abril para mandar a inscrição completa à Fifa. Os projetos, no entanto, poderão ser enviados até 4 de outubro.

Em uma decisão tomada na semana passada no Conselho da Fifa, realizado em Miami, nos EUA, a entidade revelou que todos os votos relativos a qual país sediará o Mundial Feminino de 2023 serão abertos ao público. Nada será confidencial na escolha final que será divulgada em março de 2020.