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Copa se aproxima de meta de público, mas mantém vazios

Guilherme Costa em em Johanesburgo (África do Sul) Publicado em 30/06/2010, às 18h13

O início da fase eliminatória da Copa do Mundo de 2010 conseguiu diminuir a dist"ncia entre a quantidade de locais ocupados e o que o comitê organizador local (COL) alega ter vendido de ingressos. Após oscilar na casa dos 91% de ocupação durante as três rodadas do período de grupos, o torneio atingiu 94,04% de assentos preenchidos.

O índice é puxado por jogos como Argentina x México, disputado em Johanesburgo, que teve apenas 113 cadeiras vagas no estádio Soccer City. O confronto entre Alemanha e Inglaterra também ficou próximo da lotação total (40.510 torcedores em uma arena com capacidade para 40.911).

Em compensação, houve jogos com um número alarmante de cadeiras vazias para uma fase decisiva de Copa do Mundo. Paraguai e Japão jogaram em Pretória, cidade em que o estádio comporta 42.858 pessoas. Apenas 36.742 desses lugares foram preenchidos.

A situação foi ainda pior em Port Elizabeth. A cidade que acolheu Uruguai x Coreia do Sul tem uma arena para 42.486 pagantes, mas só 30.597 foram às arquibancadas. Vale lembrar que esse jogo tinha o primeiro colocado do grupo A, chave em que a França e a África do Sul foram eliminadas.

Por conta da queda dos atuais vice-campeões mundiais e dos donos da casa, a Fifa liberou um contingente de cinco mil ingressos para o jogo das oitavas de final em Port Elizabeth.

O comitê organizador local (COL) anunciou que comercializou algo em torno de 97% dos ingressos da Copa do Mundo, mesmo patamar da edição passada, realizada na Alemanha. No último fim de semana, em entrevista coletiva, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, minimizou a quantidade de lacunas em estádios do torneio deste ano.