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Objetivos guiam futuro de casas na Copa do Mundo

Guilherme Costa em em Johanesburgo (África do Sul) Publicado em 08/07/2010, às 09h00 - Atualizado às 12h00

As seleções que montaram quartéis-generais na Copa do Mundo de 2010 deram destinos diferentes a esses empreendimentos. Não de acordo com a campanha de seus times no torneio, contudo. O que pesou foi o planejamento estabelecido pelos países.

O caso mais emblemático é a “Casa Azzurri”, espaço para patrocinadores e mídia da Itália. O prédio foi desativado logo depois do término da participação da seleção europeia na Copa do Mundo – a campeã mundial de 2006 foi eliminada na primeira fase.

Outros espaços, porém, tiveram destinos bem diferentes. É o caso da Casa Brasil, montada por um conjunto de ministérios do país-sede do Mundial de 2014 para divulgar seus aparatos turísticos.

A despeito de o Brasil ter sido eliminado da Copa do Mundo nas quartas de final, a Casa Brasil continuará funcionando até o fim do torneio. O mesmo aconteceu com o Botequim do Rio, montado por autoridades do Rio de Janeiro para propalar as belezas e o modo de vida do local.

Também continua funcionando normalmente até o fim da Copa do Mundo a casa montada pela Austrália em Johanesburgo. O empreendimento é uma das principais bandeiras de divulgação do país em seu projeto para tentar sediar a competição em 2022 – a eleição acontecerá no fim deste ano.

A Argentina também não desativou seu QG na Copa do Mundo. A seleção sul-americana, eliminada nas quartas de final, havia montado um bar oficial em Johanesburgo para reunir seus torcedores. O espaço não recebeu grandes eventos ou jogadores, como estava previsto no início, mas manteve decoração relacionada à equipe bicampeã mundial a despeito da queda precoce no torneio.