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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Lusail, Catar, 2022

Com foco em hospitalidade e camarotes privados, arena sediou a decisão do Mundial no Oriente Médio e contribuiu com grande parte da receita de US$ 7,56 bilhões que a Fifa registrou no ciclo de 2019 a 2022

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Monumental de Núñez, Argentina, 1978

Em meio a tensões políticas, palco do primeiro título mundial da Argentina marcou o surgimento do marketing esportivo moderno no futebol por intermédio de uma parceria entre a Fifa e a agência West Nally

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

Palco da decisão do Mundial sediado e vencido pelos ingleses operava sob uma lógica financeira pautada na venda de ingressos e contava com áreas exclusivas para relacionamento diplomático entre autoridades políticas

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rasunda, Suécia, 1958

Com financiamento individual para ampliação e ingressos como principal fonte de receita, estádio da final do Mundial disputado na Suécia serviu de laboratório para o início do marketing no futebol

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wankdorf, Suíça, 1954

Palco do "Milagre de Berna", estádio suíço sediou a final do primeiro Mundial da Fifa transmitido ao vivo pela TV

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Colombes, França, 1938

Local, que foi construído como um hipódromo em 1883, se tornou estádio em 1907 e passou por reformas para receber os Jogos Olímpicos de Paris 1924, além do terceiro Mundial da Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Centenário, Uruguai, 1930

Em uma época amadora do futebol, o palco da final do primeiro Mundial da Fifa foi construído a partir de um projeto do governo uruguaio e pensado para gerar receita por meio da venda de ingressos

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