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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Yokohama, Japão, 2002

Com estrutura interna limitada para áreas premium, arena da final do torneio impulsionou a criação de espaços de hospitalidade externos e foi palco da primeira operação comercial controlada internamente pela Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Stade de France, França, 1998

Construído via parceria público-privada, estádio em Saint-Denis concentrou operação em áreas de hospitalidade e impulsionou o licenciamento corporativo de grandes marcas durante a decisão do Mundial

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rose Bowl, Estados Unidos, 1994

Palco do tetracampeonato mundial da seleção brasileira passou por reformas para receber a final do torneio e ajudou a estruturar o modelo de vilas temporárias de hospitalidade

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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