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Bilionário chinês compra 1% de holding dona do Miami Dolphins por US$ 12,5 bilhões

Lin Bin, cofundador da Xiaomi, adquire participação em conglomerado que controla franquia da NFL e ativos esportivos em Miami

Lin Bin, cofundador e vice-presidente da Xiaomi - Divulgação

Lin Bin, cofundador e vice-presidente da Xiaomi - Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • Lin Bin, cofundador da Xiaomi, fechou acordo para comprar 1% da holding que controla o Miami Dolphins por US$ 12,5 bilhões.
  • O valor médio das franquias da NFL subiu 20% em 2024, com os Dolphins avaliados em US$ 8,25 bilhões.
  • Lin Bin tem fortuna de US$ 11,9 bilhões e liderou a Xiaomi, terceira maior fabricante de smartphones em 2025.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

O bilionário chinês Lin Bin, cofundador e vice-presidente da Xiaomi, chegou a um acordo para adquirir 1% da holding que controla o Miami Dolphins, o Hard Rock Stadium, o GP de Miami de Fórmula 1 e parte do torneio de tênis Miami Open. A transação é avaliada em US$ 12,5 bilhões, segundo a agência Bloomberg.

O comitê financeiro da empresa já aprovou o acordo, mas a votação final entre os proprietários ainda está pendente. Representantes da Xiaomi, da NFL e do Miami Dolphins não comentaram o assunto até o momento.

O negócio ocorre em meio à valorização das franquias da NFL. O valor médio das equipes da liga é estimado em US$ 7,13 bilhões, um aumento de 20% em relação a 2024. Os Dolphins, controlados pelo empresário Stephen Ross, ocupam a sétima posição nesse ranking, com avaliação de US$ 8,25 bilhões.

Contexto

Em dezembro de 2024, Ross vendeu 10% da franquia para a Ares Management e uma participação combinada de 3% para Joe Tsai, dono do Brooklyn Nets (NBA), e Oliver Weisberg, CEO da Blue Pool Capital. A operação foi avaliada em US$ 8,1 bilhões.

O New York Giants também realizou uma transação relevante em 2025, ao vender 10% de participação na equipe, que teve uma avaliação de US$ 10 bilhões.

Perfil

Lin Bin tem trajetória ligada ao setor de tecnologia. Após passagens por ADP, Microsoft e Google, fundou a empresa de eletrônicos Xiaomi em 2010.

Atuou como presidente até 2019 e hoje ocupa o cargo de vice-presidente. A empresa abriu capital em Hong Kong em 2018 e possui valor de mercado superior a US$ 100 bilhões. Sua fortuna é avaliada em US$ 11,9 bilhões, de acordo com a Bloomberg.

Em 2025, a Xiaomi foi a terceira maior fabricante de smartphones do mundo, segundo a Counterpoint Research, atrás apenas de Apple e Samsung.