João Fonseca alcançou em Roland Garros um feito que já durava mais de 20 anos dentro de quadra. Ele é o primeiro brasileiro desde Gustavo Kuerten, na chave masculina de simples, a alcançar as quartas de final do torneio, depois de ganhar do norueguês Casper Ruud, neste domingo (31), por 3 sets a 1 (7/5, 7/6(8), 5/7 e 6/2).
O bom desempenho dentro de quadra se reflete também nas finanças fora dela. Fonseca já obteve a maior premiação em torneios de Grand Slam na carreira ao assegurar € 470 mil (cerca de R$ 2,77 milhões, pela cotação atual) com a classificação às quartas de final da edição de 2026.
A campanha do brasileiro em Paris também o coloca cada vez mais entre os tenistas do país que mais faturaram com premiação na história. A lista, que ainda é encabeçada por Gustavo Kuerten, tem tudo para ser comandada por Fonseca, que pode alcançar € 2,8 milhões com uma eventual conquista no saibro francês.
Na última sexta-feira (29), Fonseca já havia superado a barreira de € 285 mil ao avançar às oitavas, o que fazia com que, apenas com as disputas de Roland Garros e do Australian Open, no começo da temporada, ele já tivesse ganhado mais de € 378 mil (R$ 2,2 milhões) nos torneios de Grand Slam neste ano. Na carreira, antes de começar a disputar a atual edição do Grand Slam francês, o carioca já havia somado mais de R$ 16,8 milhões em premiações.
Vale lembrar que a edição de 2026 de Roland Garros distribuirá uma premiação total recorde de € 61,7 milhões, alta de 9,53% em relação ao ano anterior. Na chave de simples, o campeão receberá € 2,8 milhões, enquanto os semifinalistas garantirão € 750 mil, e o vice-campeão faturará € 1,4 milhão.
