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WSL e Apple ampliam parceria tecnológica com integração de dados

Iniciado em 2023, acordo passa a contar também com captura de conteúdo para transmissões e redes sociais utilizando os modelos iPhone 17 Pro e Pro Max

Italo Ferreira consulta Apple Watch antes de entrar na água em etapa da WSL - Jesse Jennings / WSL

⚡ Máquina Fast
  • World Surf League amplia parceria com a Apple e integra dados do Apple Watch nas transmissões.
  • Apple Watch fornece métricas em tempo real como distância, velocidade e frequência cardíaca para ajudar surfistas.
  • WSL usa iPhones 17 Pro para captar conteúdo, substituindo parte da infraestrutura de câmeras tradicionais.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A World Surf League (WSL) ampliou a parceria tecnológica que possui com a Apple, que designa o Apple Watch como “tecnologia vestível oficial” da liga. Iniciado em 2023, com atletas utilizando um aplicativo personalizado do Apple Watch para obter informações sobre desempenho, o acordo passa a contar também com a integração de dados provenientes dos Apple Watches usados ​​pelos atletas nas transmissões da WSL e a captura de conteúdo para transmissões e redes sociais utilizando os modelos iPhone 17 Pro e Pro Max.

LEIA MAIS: Apple Watch será equipamento oficial da WSL em 2023

Em entrevista ao Sports Business Journal (SBJ), Ryan Crosby, CEO da WSL, afirmou que o momento escolhido para adicionar métricas derivadas do Apple Watch às transmissões da WSL (que são produzidas internamente pela liga e distribuídas principalmente por meio de canais próprios, como YouTube, site e aplicativo) foi mais uma questão de capacidade técnica do que de uma nova demanda dos fãs.

Entre as métricas utilizadas estão a distância percorrida na onda, a velocidade da onda e a frequência cardíaca do atleta.

“A demanda sempre existiu. Se você observar para onde o esporte está caminhando, verá que o desejo por mais dados e análises nas transmissões está presente em toda parte. Para nós, tratava-se mais de questões como o armazenamento e o tratamento dos dados para torná-los valiosos e utilizáveis ​​nas nossas transmissões”, comentou o executivo.

Os dados fornecidos aos atletas têm como objetivo ajudar os surfistas a tomar decisões dentro da água, em um ambiente em que informações em tempo real, como a pontuação da bateria ou o tempo restante, são difíceis de transmitir.

“Não conseguimos controlar muitos dos aspectos do que acontece na nossa arena de competição. É barulhento. Às vezes, faz frio, às vezes, calor. O vento é muito forte. A visibilidade é difícil. Seus olhos ficam úmidos, a água escorre pelo rosto. É difícil enxergar a torre de julgamento”, destacou.

“Nossa parceria com a Apple ajuda a levar aos atletas uma interface que lhes dá mais segurança em aspectos difíceis de comunicar quando estão a cerca de 450 metros da costa. Os atletas abraçaram a oportunidade de obter qualquer pequena vantagem, sabendo exatamente quando têm a prioridade, qual pontuação precisam alcançar e o que está acontecendo. Eles cometem muito menos erros graças às informações que recebem pelo relógio”, completou.

Na entrevista, Crosby ainda disse que a WSL está usando iPhones 17 para captar “quase tudo” o que a liga produz para as redes sociais, inclusive substituindo parte da infraestrutura de câmeras de transmissão pelos dispositivos, que contam com câmeras Fusion de 48 MP e zoom com qualidade óptica de 8x. De acordo com o executivo, essa iniciativa levou a Apple a incluir o título de “celular oficial” da WSL em sua lista de patrocínios.

Vale lembrar que, desde a semana passada, a Liga Mundial de Surfe está em Saquarema (RJ), para a disputa da etapa brasileira do Championship Tour (CT), o Vivo Rio Pro apresentado por Corona Cero. A janela da competição está aberta até o próximo sábado (27).