O McDonald’s entrou em campo de forma mais efetiva nas ativações para a Copa do Mundo 2026 com o lançamento da linha de lanches para o torneio, realizado oficialmente na terça-feira (7). Os novos produtos fazem parte de uma estratégia que integra lojas físicas e tecnologia no ambiente digital para aproximar a rede de fast-food de toda a jornada do torcedor.
A escalação conta com sete sanduíches que representam diferentes países: Brasil, Argentina, Alemanha, México, França, Itália e Estados Unidos, além de um café para o Canadá.
A comunicação da linha “Seleções do Méqui” integra futebol e gastronomia, com o ex-jogador Cafu como garoto-propaganda. O Méqui 1000, unidade localizada na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), recebeu um evento que marcou o lançamento de todos os lanches, com participação de Bianca Andrade, Fernanda Gentil, Lucas Rangel e Brino, entre outros.
O restaurante também teve a fachada personalizada com as cores da bandeira brasileira e objetivos que fazem referência à Copa do Mundo. Além de filme para TV e digital, com versões de 90 e 30 segundos, a campanha inclui peças em mídia out-of-home (OOH), ações com criadores de conteúdo e influenciadores.
“Mais do que números, o foco está em ampliar a frequência, ativar diferentes ocasiões de consumo, incluindo novas, como o café da manhã com o McCafé Canadá, e fortalecer a relevância da marca ao longo de toda a jornada do campeonato”, disse Ilca Sierra, diretora de marketing do McDonald’s no Brasil, à Máquina do Esporte.
A disponibilidade dos sanduíches segue a mesma dinâmica dos anos anteriores. O sanduíche Brasil estará todos os dias no cardápio, enquanto os outros estarão em um dia específico na semana.
“Nosso objetivo é consolidar o McDonald’s como parte da experiência da Copa do Mundo. Queremos sair fortalecidos com relação a conexão com o torcedor, sendo lembrados como o lugar onde as pessoas se encontram para viver esses momentos, e com um cardápio que acompanha e celebra a energia do futebol”, apontou a executiva.
“A ideia é continuar sendo parte da memória afetiva desse período, reforçando o McDonald’s como uma marca conectada à cultura do esporte no Brasil”, seguiu.
Experiência
O McDonald’s entra em campo para a Copa do Mundo de 2026 com a ambição de transcender o papel de rede de fast-food, de apenas vender os lanches. A companhia buscará aproveitar os impactos de socialização que o torneio gera entre o público brasileiro.
“O conceito parte de posicionar o McDonald’s como um dos principais pontos de encontro onde a experiência da Copa do Mundo ganha vida, muitas vezes antes mesmo do mundial começar, e se estende ao longo de toda a competição. Queremos ser o lugar onde a expectativa, a celebração e a convivência acontecem de forma natural”, disse Ilca Sierra.
O formato que a Copa do Mundo 2026 estreará potencializa a estratégia da companhia. O Mundial passará a ter 48 seleções e, com isso, realizará 40 jogos a mais. Serão 104 partidas no total.
“O novo formato da Copa do Mundo abre uma janela ainda mais potente de conexão com o consumidor. Isso nos ajudou a evoluir a estratégia para uma presença contínua, que acompanha toda a jornada do torcedor”, contou a diretora de marketing.
Para materializar esse planejamento, a rede aposta nas ativações físicas, para transformar o ambiente interno dos restaurantes em locais com “clima de Copa do Mundo”.
O principal laboratório e vitrine dessa imersão é o Méqui 1000. O restaurante funcionará como um centro de experiências para os fãs, oferecendo um espaço personalizado para engajar o consumidor.
“É sobre transformar a visita a um dos restaurantes mais icônicos da marca em uma experiência imersiva”, pontuou Sierra.
Digital
A estratégia da marca não se restringe aos limites físicos das lojas. Para englobar todas as frentes do comportamento do consumidor contemporâneo, a campanha estabelece uma sinergia entre as atuações on-line e off-line da empresa.
“Estamos falando de uma experiência integrada, pensada para refletir o comportamento atual e manter o McDonald’s relevante em todos os momentos dessa conversa”, afirmou a executiva.
A tecnologia assumirá um papel de protagonismo com o aplicativo do McDonald’s, que foi posicionado como o motor dessa relação. A plataforma atuará como um facilitador do fluxo entre a experiência digital e a visita à loja física.
“A pré-venda do Combo Brasil, por exemplo, aconteceu exclusivamente no aplicativo, dando aos consumidores a oportunidade de experimentar, em primeira mão, os produtos que representam o país”, lembrou Ilca Sierra.
“Hoje, mais de 70% das nossas vendas já passam por canais digitais, seja nos totens de autoatendimento, no app ou no delivery, o que reforça como esse comportamento vem ganhando cada vez mais espaço”, exaltou.
Além de facilitar as compras, o aplicativo também gera dados importantes para a companhia.
“Com uma base grande de membros e um programa de fidelidade consolidado, conseguimos usar dados para oferecer experiências, ofertas e conteúdos cada vez mais personalizados, impulsionando engajamento e frequência”, apontou.
A campanha de 2026 foi elaborada com o objetivo de gerar uma retroalimentação entre a presença no restaurante e a interação com as telas. A partir dessa dinâmica garante, a marca espera permanecer na rotina do torcedor em todas as fases do dia que envolvem os jogos.
“Toda a campanha foi desenhada para estimular essa ‘tabela’ entre restaurante e digital, incentivando o uso do aplicativo ao longo de toda a jornada do torcedor, do pré ao pós-jogo, e ampliando, de forma consistente, as ocasiões de consumo”, reforçou a diretora.
Próximos passos
Apesar da repercussão gerada pela apresentação inicial do cardápio comemorativo, a empresa ainda planeja uma série de ativações para o Mundial. O cronograma prevê desdobramentos para manter o interesse do consumidor até o torneio.
“O lançamento das Seleções do Méqui é só o começo. A estratégia foi desenhada para ter continuidade ao longo de toda a Copa do Mundo, com uma presença constante e dinâmica em múltiplas frentes”, projetou Ilca Sierra.
Para sustentar a atenção durante o mês de competição, o planejamento engloba uma comunicação ativa nas redes sociais e estratégias colaborativas focadas no digital. O objetivo é interagir diretamente com os fãs que acompanham o torneio através de segundas telas, capitalizando os assuntos do momento.
“Vamos seguir alimentando a conversa com conteúdo digital, ações com criadores, desdobramentos em mídia, parcerias e iniciativas conectadas ao comportamento do torcedor em tempo real”, concluiu a diretora de marketing do McDonald’s.
