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Sertões Petrobras 2026 revela roteiro de 4 mil km com largada e chegada em Goiânia

Trajeto inclui passagens por Goiás, Bahia e Tocantins, com até 2,8 mil km de trechos cronometrados

Percurso do Sertões Petrobras 2026 terá aproximadamente 4 mil quilômetros, começando e terminando em Goiânia (GO) - Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • Sertões Petrobras 2026 terá percurso de 4 mil km por Goiás, Bahia e Tocantins, com largada e chegada em Goiânia.
  • Etapa Maratona sem apoio mecânico será no Jalapão, tocando em trechos desafiadores de areia e serras estreitas.
  • Instituto Sertões promove ações sociais e ambientais, incluindo neutralização de carbono e atendimentos de saúde durante o evento.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A organização do Sertões Petrobras anunciou os detalhes do trajeto para a 34ª edição do rali. A prova, que acontecerá entre os dias 22 e 30 de agosto, terá um percurso de aproximadamente 4 mil quilômetros, sendo até 2,8 mil km de trechos cronometrados, cruzando os estados de Goiás, Bahia e Tocantins.

Pela terceira vez na história da competição, a capital goiana sediará tanto a largada quanto a chegada do evento, com a estrutura da Vila Sertões montada no Autódromo Internacional Ayrton Senna.

O roteiro de 2026 foi desenhado para testar a resistência dos pilotos e navegadores das categorias carros, motos e UTVs ao longo de oito etapas. O trajeto atravessará cenários de poeira, areia e pedras, destacando polos do agronegócio e tesouros ecológicos do país, como a Chapada dos Veadeiros e o lago de Serra da Mesa. 

“Nosso objetivo é de voltar às origens e toda a região escolhida para o percurso deste ano é muito pródiga em opções de terrenos e caminhos. Será um rali técnico e desafiador, com travessias de serras, muitas estradas estreitas e areias pesadas no Jalapão”, disse Edgar Fabre, diretor técnico do Sertões Petrobras.

Após o prólogo em Goiânia, a caravana seguirá para Cavalcante (GO). A segunda etapa cruza a fronteira baiana, tendo como destino a cidade de Luís Eduardo Magalhães.

A fase mais crítica da competição, conhecida como etapa Maratona, momento em que o apoio mecânico externo é proibido e apenas os competidores podem realizar a manutenção de seus veículos, ocorrerá no Tocantins, com destino a Mateiros, na região do Jalapão.

A metade final do rali passa por Porto Nacional (TO) e inicia o caminho de volta por Goiás, atravessando as cidades de Minaçu, Niquelândia e Goianésia, até o encerramento em Goiânia.

“A 34ª edição reafirma a força de um evento que une beleza, potência e futuro. É uma competição que une esporte de alto rendimento, turismo e impacto social. Mostra ao mundo a força de nossas paisagens, de nossa gente. É um evento que transforma o Brasil em experiência”, comentou Leonora Guedes, CEO do Sertões.

Impacto social e ambiental

O evento mantém a operação de legado social por meio do Instituto Sertões. A caravana abrigará, pelo 14º ano consecutivo, a atuação da SAS Brasil. A organização social projeta realizar 10 mil atendimentos de saúde especializados em comunidades ao longo do percurso, auxiliando na redução de filas do SUS.

O braço de responsabilidade social do rali engloba também a doação de óculos de grau para crianças da rede pública, projetos de combate à pobreza menstrual, doação de filtros de água de baixo custo e a promoção de clínicas esportivas.

No pilar ambiental, a organização estruturou um modelo para garantir a neutralização de carbono gerada pelo deslocamento da frota. A operação também aplica conceitos de economia circular, viabilizando o rerrefino do óleo lubrificante utilizado nos veículos e o tratamento de resíduos recolhidos nas Vilas Sertões.

O percurso da corrida conta com a atuação da equipe “Limpa Trilha”, responsável por recolher peças e detritos eventualmente deixados pelos carros durante a competição.