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Copa 2026: Após primeira fase do mata-mata, só camisas Adidas, Nike e Puma seguem na disputa

Seleções vestidas pelas três gigantes dominam as oitavas de final, enquanto times que usam marcas menos famosas ficaram pelo caminho

Eliminado pela Argentina, Cabo Verde usa uniforme da Capelli - Reprodução / Instagram (@vozinha1)

⚡ Máquina Fast
  • Adidas, Nike e Puma são as únicas fornecedoras de camisas nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
  • Marrocos, vestindo Puma, venceu o Canadá com uniforme Nike, iniciando as oitavas de final com triunfo por 3 a 0.
  • Marcas menores como Kelme, Marathon, Umbro e Capelli tiveram 100% de aproveitamento na fase de grupos, mas foram eliminadas nas oitavas.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

O encerramento da primeira fase do mata-mata da Copa do Mundo de 2026, com vitória dramática da Argentina sobre Cabo Verde na prorrogação, na sexta-feira (3), reafirmou o predomínio de Adidas, Nike e Puma no Mundial.

As três gigantes são as únicas fornecedoras de camisas presentes nas oitavas de final do torneio, fase iniciada na tarde deste sábado (4), com o triunfo de Marrocos (que veste Puma) sobre o Canadá (que usa Nike e é um dos anfitriões do torneio), por 3 a 0.

Das 32 equipes que se classificaram para a primeira fase do mata-mata, dez vestem Adidas: África do Sul, Argentina, Argélia, Alemanha, Bélgica, Colômbia, Espanha, Japão, Suécia e México (único anfitrião a usar a marca das três listras).

Das seleções que utilizam uniforme da Puma, nove chegaram à segunda etapa do Mundial: Áustria, Costa do Marfim, Egito, Gana, Marrocos, Paraguai, Senegal, Portugal e Suíça.

A Nike também contou com nove representantes na primeira fase do mata-mata: Austrália, Brasil, Canadá, Croácia, Holanda, Noruega, França, Estados Unidos e Inglaterra.

Apenas quatro marcas menores conseguiram avançar para além da fase de grupos: Kelme, com Bósnia e Herzegovina; Marathon, com Equador; Umbro (que vestiu a seleção brasileira na Copa de 1994, até ser substituída pela Nike em 1996), com República Democrática do Congo; e Capelli, com Cabo Verde. Todas essas acabaram tombando diante das oponentes.

Aproveitamento

O predomínio de Adidas, Nike e Puma nas oitavas de final tem a ver com a estratégia adotada por essas empresas, que costumam manter parcerias com diversas seleções distribuídas em mercados considerados estratégicos.

Elas têm condições de agir assim graças ao poderia financeiro infinitamente superior ao das concorrentes

A Adidas começou a Copa de 2026 com 14 times, enquanto Puma tinha 11 e a Nike possuía 12. Já Marathon, Capelli e Umbro contavam com uma equipe cada, ao passo que a Kelme levou duas seleções ao Mundial deste ano.

No fim, das contas, o aproveitamento das marcas pequenas na fase de grupos (exceto da Kelme) foi superior ao das gigantes, já que 100% dos representantes de Capelli, Marathon e Umbro avançaram ao mata-mata.

Um aspecto que merece ser considerado é que Adidas e Nike, principalmente, buscam garantir acordos com as seleções mais tradicionais e consideradas favoritas à conquista do Mundial. Enquanto a marca alemã veste a atual campeã, Argentina, a Nike fornece uniforme para a vice-campeã França.

A Puma, por seu turno, tem acordos com times que podem não estar entre os principais cotados ao título, mas que costumam se destacar na competição e contam com jogadores renomados, como Portugal, de Cristiano Ronaldo, ou Egito, de Mohamed Salah.

No caso da Adidas, o aproveitamento da marca na primeira fase do mata-mata foi de 50%, com cinco, entre dez times, avançando às oitavas.

A Nike, por sua vez, obteve aproveitamento de 66,66%, com seis de suas nove seleções conseguindo se classificar. Já a Puma alcançou percentual de 55,55%, com cinco, entre nove equipes, chegando às oitavas.