Primeiro campeão mundial da Fórmula 1 nascido depois do ano 2000 e o mais jovem da história, Andrea Kimi Antonelli teve uma trajetória meteórica nas pistas. Ele acelerou pela primeira vez um carro de corrida em competição oficial em 2021 e, no último fim de semana, ganhou o maior título do planeta.
A conquista já na segunda temporada como piloto profissional vem acompanhada de farta numeralha em termos desportivos.
E a conta bancária também reflete a meteórica trajetória do italiano de 20 anos de idade.
De acordo com o portal RacingNews 365, Kimi iniciou a temporada de 2026 em 17º no ranking de salários no grid, com rendimento anual base na ordem de US$ 2 milhões.
Com os bônus por desempenho e vitórias, a estimativa mais recente é que os vencimentos pagos pela Mercedes cheguem a US$ 5 milhões na atual temporada.
Mas não é só.
A equipe chefiada por Toto Wolff, que banca a carreira de Antonelli desde o kart, paga bônus de US$ 10 milhões para cada título mundial. Na Cidade do México, ele já garantiu o título de pilotos. O de construtores pode vir neste fim de semana, em Interlagos, já que a equipe alemã tem 126 pontos de vantagem sobre a Ferrari.
São números expressivos, que certamente vão aumentar de forma substancial com contratos publicitários e as próximas renovações contratuais. Cabe lembrar que no time de agenciamento do prodígio italiano está Susie Wolff, esposa de Toto e diretora administrativa da F1 Academy, a categoria 100% feminina promovida pela FIA desde 2023.
O artigo acima reflete a opinião do(a) colunista e não necessariamente a da Máquina do Esporte
Luis Ferrari é sócio-fundador da Ferrari Promo, agência-boutique com ênfase no mercado do esporte a motor, e possui formações em Jornalismo e Direito, extensão universitária em Marketing e pós-graduação em Jornalismo Literário, além de ser empresário de relações públicas.
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