A Fifa estruturou uma rede de varejo para distribuir produtos oficiais da Copa do Mundo 2026 em milhares de pontos de venda nos Estados Unidos e Canadá. A entidade afirmou que o programa é o maior esforço de vendas já realizado, com resultados acima das projeções.
Entre os itens disponíveis estão bonés, camisetas, copos térmicos, chaveiros, bandanas e brinquedos para animais de estimação.
Distribuição
A operação envolve cerca de 100 licenciados ativos. A Fanatics administra lojas em estádios e Fan Festivals, enquanto a Legends Global opera o site FifaStore.com. Além disso, foram abertas cerca de 40 lojas pop-up nas cidades-sede.
Para alcançar locais de grande circulação, a Prepango instalou mais de 50 máquinas de venda automática em aeroportos, estações de trem e shoppings.
LEIA MAIS: Governo editará Medida Provisória para limitar propaganda de bets na Copa do Mundo
LEIA MAIS: Após camisas rasgadas na Copa, Puma diz que buscou fornecer mais tecnologia aos atletas
In Motion
A In Motion Design, especializada em varejo de baixo custo, obteve licença para comercializar bonés e utensílios para bebidas. Os produtos estão disponíveis em redes populares de varejo como CVS Pharmacy, Walgreens, 7-Eleven e Dollar General, totalizando mais de 17.500 pontos de venda.
“A Adidas não vende necessariamente onde nós somos especializados — lojas de conveniência, supermercados e farmácias”, conta Nabel Khogyani, vice-presidente de vendas da empresa, ao Sports Business Journal.
“Foi isso que abriu as portas para nós e nos diferenciou deles. Essa foi a chave que nos deu os direitos, e aí demos um salto de 200%”, acrescenta o executivo.
A empresa estima ter comercializado entre 2 e 3 milhões de unidades, incluindo chaveiros e pins. Os displays de papelão preto com a marca da Copa do Mundo foram distribuídos para facilitar a exposição dos produtos nos pontos de venda.
Expansão
A Fifa já estendeu parte da estratégia para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada pela primeira vez no Brasil.
A In Motion já renovou sua licença e espera maior adesão dos varejistas após os bons resultados que estão sendo obtidos na Copa do Mundo 2026.
“Muitos varejistas podem ter sido conservadores com a Copa do Mundo. Acho que as pessoas vão investir pesado na Copa do Mundo Feminina”, afirma ele.
