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Fifa apresenta plano de sustentabilidade e direitos humanos para Copa Feminina 2027

Estratégia inclui políticas de inclusão social, metas ambientais e estímulo à economia local, com governança baseada em consulta pública

Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada no Brasil, entre os dias 24 de junho e 25 de julho - Divulgação / Fifa

Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada no Brasil, entre os dias 24 de junho e 25 de julho - Divulgação / Fifa

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  • Fifa lança plano de sustentabilidade e direitos humanos para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, com 27 iniciativas em quatro pilares.
  • Medidas ambientais incluem inventário de emissões, redução de resíduos e proteção da biodiversidade nos estádios.
  • Estratégia prevê priorizar fornecedores locais e revisões trimestrais para garantir avanços sociais e econômicos durante o evento.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Fifa divulgou o plano de sustentabilidade e direitos humanos para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada pela primeira vez no Brasil.

O documento estabelece diretrizes em quatro pilares (social, ambiental, econômico e governança) e prevê 27 iniciativas específicas para garantir que o torneio deixe um legado positivo no país.

Direitos

Entre as medidas sociais, a estratégia prevê políticas de salvaguarda para proteger crianças e grupos de risco contra abusos e assédio.

Também estão incluídas ações para assegurar acessibilidade integral nos estádios e em seu entorno, além de respeito aos direitos dos trabalhadores envolvidos na preparação e entrega do evento.

O plano contempla ainda mecanismos de denúncia confidenciais e políticas de inclusão para ampliar a participação de comunidades locais.

Meio ambiente

No campo ambiental, a Fifa desenvolverá um inventário de emissões de gases de efeito estufa para medir e mitigar impactos durante o torneio.

Estão previstas ações de redução de resíduos, triagem, compostagem e reciclagem de materiais nos estádios, além de iniciativas voltadas à proteção da biodiversidade e ao bem-estar animal nas áreas impactadas pelas partidas.

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Economia

Para estimular o desenvolvimento econômico, a entidade informou que vai priorizar a contratação de fornecedores locais e regionais nas cidades-sede.

O plano também prevê soluções para reaproveitamento e destinação de ativos materiais após o encerramento da competição, buscando ampliar o legado para as comunidades.

Governança

A elaboração da estratégia envolveu consulta pública com 159 participantes, incluindo representantes de governos, ONGs, comunidades e funcionários da Fifa.

Além disso, foi realizada uma avaliação independente sobre direitos humanos por especialistas locais. Os planos de ação serão revisados a cada trimestre para acompanhar o progresso e ajustar iniciativas conforme necessário.

O torneio reunirá 32 seleções em 64 partidas entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, em oito cidades-sede do Brasil: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Segundo a Fifa, a expectativa é de que o evento funcione como catalisador para avanços sociais, ambientais e econômicos, além de consolidar o crescimento do futebol feminino no país.