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Com “Toma”, Nike quer usar futebol de rua para resgatar jogo bonito e se conectar aos jovens

Painel "Futebol, Cultura e Novas Gerações" reuniu representantes da marca no país, durante o 5º Fórum da Máquina do Esporte

Thiago Lia, Vini Footz, Japa Mayumi e Erich Beting (mediador) durante o debate Futebol, cultura e novas gerações, dentro do 5º Fórum Máquina do Esporte – Diogo Anhasco/Fotop

Thiago Lia, Vini Footz, Japa Mayumi e Erich Beting (mediador) durante o debate Futebol, cultura e novas gerações, dentro do 5º Fórum Máquina do Esporte – Diogo Anhasco/Fotop

⚡ Máquina Fast
  • O painel do 5º Fórum da Máquina do Esporte discutiu como conectar o futebol às novas gerações por meio de formatos mais criativos e a reinvenção do jogo de rua.
  • O projeto global 'Toma o Jogo', apoiado pela Nike, promove torneios de futebol de 3×3, batalhas de rimas e shows para resgatar o futebol como forma de autoexpressão entre jovens.
  • A final do 'Toma o Jogo São Paulo' será realizada na Praça das Artes para reforçar a ideia de levar o futebol a espaços urbanos inusitados e ampliar seu alcance cultural.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

O desafio de conectar o futebol às novas gerações foi tema de painel realizado durante o 5º Fórum da Máquina do Esporte, realizado nesta segunda-feira (11), no Anfiteatro da ESPM, em São Paulo (SP).

Mediado pelo CEO e fundador da Máquina do Esporte, Erich Beting, o debate contou com as participações do Thiago Lia, gerente sênior de marca da Fisia, distribuidora da Nike no Brasil, e de Vini Footz e Japa Mayumi, embaixadores do projeto “Toma o Jogo”.

A iniciativa global quer devolver o futebol às ruas, com o objetivo de resgatar o jogo bonito do drible e da criatividade, conectando o esporte ao público jovem.

“A nova geração tem um relacionamento diferente de se relacionar com o futebol, que a gente tem de entender e se conectar. O primeiro ponto é entender o meio como ela se comunica. O segundo é analisar o que acontece dentro de campo. O jogo está muito tático, o que melhora a qualidade, mas, por outro lado, todo mundo joga igual. Por isso, outros formatos se conectam melhor às novas gerações”, explicou Thiago.

Na visão de Vini, o segredo para que essa conexão ocorra é que as marcas estejam dispostas a ouvir o público jovem. “Precisamos estar abertos a ouvir e entender, porque temos muito a aprender com eles”, disse.

Japa lembrou de estudos recentes que mostram que 80% dos jovens brasileiros são sedentários. “É uma geração que se movimenta pouco e é não é muito ativa”, comentou.

Autoexpressão

Para Thiago, futebol é uma forma de autoexpressão. “Não termina nas quatro linhas. Vai além. O objetivo é fazer diferente. Entender a performance e aliar à autoexpressão. Mostrar que tem outro jeito de se praticar futebol. Retomar futebol de rua”, disse.

Com o movimento global “Toma o Jogo”, a Nike tenta devolver o futebol à rua e resgatar a beleza do jogo.

“A ideia é conectar cultura ao futebol”, explicou Thiago. A iniciativa é gratuita, atualmente aberta a jovens nascidos 2008 e 2011 e conta com torneios de futebol de 3 x 3, além de batalhas de rimas e apresentações musicais.

“A Nike sabe se conectar a partir da experiência que leva engajamento, para que jovem seja semeador desse projeto”, explicou Japa.

A final do “Toma o Jogo São Paulo” será no próximo domingo (17), na Praça das Artes, no Centro da capital paulista.

A escolha do local inusitado para a grande decisão não foi aleatória. “A intenção é tirar futebol da escuridão e colocar em um lugar onde ele não é esperado”, disse Thiago.

O 5º Fórum Máquina do Esporte é patrocinado por Ticket Sports, Nike, sportv e Genial Investimentos, e conta com apoios de Administração ESPM e Fotop.