A terceira temporada da Kings League Brasil começará nas próximas semanas, e a liga deverá começar a implementar novas ações voltadas para a expansão no mercado brasileiro, enquanto avalia a implementação de sua versão feminina no país e prepara a entrada nos Estados Unidos.
A gestão da liga para o mercado brasileiro foi reforçada na última semana com a chegada de Anadege Freitas, nova diretora-geral do torneio no Brasil. A executiva participou, ao lado do criador da liga e ex-jogador Gerard Piqué, de uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.
Os planos da Kings League para o Brasil nos próximos anos envolve a ampliação de comunidade e engajamento a partir de olhares mais específicos para outras regiões do país, como o Nordeste.
A expansão do ecossistema comercial a partir da relação com os presidentes e a transformação da Kings League em um negócio mais escalável e sólido. Ainda que os patrocínios devam seguir como o principal motor comercial, a intenção é ter um maior número de produtos, físicos e digitais.
“Acho que temos a oportunidade de transformar em uma rentabilidade maior, trazer mais oportunidades de faturamento e de negócio para todo o ecossistema”, contou Anadege Freitas, diretora-geral da Kings League Brasil.
“Vemos muitas oportunidades na expansão de novos negócios. Estamos falando, por exemplo, de produtos que podem ser criados com os times, distribuição de conteúdo, crescimento da gama de conteúdo fornecidos para a comunidade. Existem várias oportunidades que estamos observando para os próximos anos”, seguiu.
Feminino
A estratégia da Kings League no Brasil também poderá envolver a criação da Queens League Brasil, versão feminina da competição. A organização entende que há demanda para a expansão, que poderá ter impacto potencializado pela Copa do Mundo Feminina de 2027.
“Estamos conversando muito, sabemos que é um pedido das comunidades e dos presidentes dos times para que isso aconteça”, apontou a executiva.
De acordo com Anadege Freitas, no momento a liga ainda está conversando com as equipes para fazer com que a competição feminina seja criada, mas já tem marcas interessadas no projeto.
“Acho que tem muitas oportunidades não somente aparecendo como patrocinador, mas como fazer parte da narrativa. Estar junto com as atletas, com possíveis presidentes. Ainda está tudo sendo escrito”, acrescentou a diretora-geral da Kings League Brasil.
EUA
Para além do mercado brasileiro, a Kings League está de olho nos Estados Unidos. Ainda não há uma data exata para que a expansão para o país norte-americano aconteça, mas a intenção é que o movimento seja realizado no ano que vem.
De acordo com Gerard Piqué, a liga entende que é um mercado no qual seu modelo pode funcionar bem. No momento, a organização está buscando uma cidade-sede, além de tudo que envolve a realização de edições de Kings League no país.
