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Panini transforma álbum da Copa 2026 em plataforma de ativação com comunidade e experiência

Ao Maquinistas, Juliana Ferreira, gerente de marketing da Panini Brasil, detalhou a estratégia da empresa para o Mundial

Juliana Ferreira, gerente de marketing da Panini Brasil, participou do Maquinistas, podcast da Máquina do Esporte - Arte / Máquina do Esporte

⚡ Máquina Fast
  • Panini transforma álbum de figurinhas da Copa do Mundo 2026 em plataforma de ativação com parcerias de grandes marcas como McDonald’s e Coca-Cola.
  • Comunidade ativa e engajamento prolongado do álbum geram visibilidade e fortalecem a marca Panini além do evento.
  • Venda digital e estratégias de distribuição inovadoras reduzem a dependência das bancas físicas para ampliar o acesso ao álbum.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

O álbum de figurinhas é parte importante da construção do “clima de Copa do Mundo”, principalmente como gatilho para criação de uma comunidade em torno do evento. Para esta edição do Mundial, a Panini transformou o produto em uma plataforma de ativação que aproveita a comunidade criada em torno do evento para expandir alcance, impacto e conexão.

Marcas como McDonald’s, Coca-Cola, Rexona e iFood, entre outras, se aproximaram do álbum da Copa do Mundo 2026 como forma de atrair consumidores e participar das conversas geradas pelo produto. Ao Maquinistas, podcast da Máquina do Esporte, Juliana Ferreira, gerente de marketing da Panini Brasil, explicou que as parcerias foram um dos “grandes acertos” da empresa para este ciclo.

“É um projeto desafiador não só para Panini, traz um desafio para todas as marcas, mas acho que as parcerias conseguiram unificar de uma forma que todo mundo está muito envolvido.  Esse senso de comunidade e de experiência que todas as marcas pensaram é um grande um golaço para o projeto”, disse.

“São públicos variados, então você fura bolhas. Cada marca pode ter um perfil, um nicho, mais focado, mas quando você pensa em todas essas marcas juntas no projeto, acaba trazendo uma amplitude muito grande”, seguiu.

O produto se diferencia principalmente pela comunidade criada em torno de si, que se mantém ativa durante o Mundial, e antes dele, na busca pela troca de figurinhas e experiências. Essa “cauda longa” é importante principal para a Panini ao passo que a visibilidade transborda para outros produtos e se torna estratégica para a empresa.

“Tem uma questão fortíssima de marca. Quando falamos em um evento de troca de figurinhas, as pessoas estão indo em um evento da Panini, então institucionalmente tem um ganho. Existem nossos resultados digitais, de consciência de marca também, estamos conseguindo um engajamento poderoso”, exaltou a executiva.

“Traz não só visibilidade, mas estrategicamente a gente acaba conseguindo contar histórias diferentes com outros projetos. Não temos só o álbum da Copa, tem diversos outros segmentos que vão se somando e um traz visibilidade para o outro, é um grande reforço de marca”, acrescentou.

Fuga das bancas

O álbum da Copa do Mundo 2026 também contou com uma estratégia de distribuição remodelada, menos dependente dos tradicionais pontos de venda físicos, como as bancas, observadas pela empresa como algo em decadência.

A venda digital também ganhou espaço, com diversas plataformas passando a comercializar o álbum. O iFood, por exemplo, criou campanhas em que prometia entregar figurinhas em até 10 minutos, a partir do catálogo de estabelecimentos que já venderiam o produto de qualquer forma.

“Estrategicamente tentamos trazer possibilidades de locais para as pessoas conseguirem ter um acesso rápido ao produto, seja ele nas variações da das capas ou até mesmo no nos envelopes”, apontou Juliana Ferreira.

O podcast Maquinistas, apresentado por Erich Beting e Gheorge Rodriguez, com a participação de Juliana Ferreira, gerente de marketing da Panini Brasil, já está disponível no Spotify e também no canal da Máquina do Esporte no YouTube.