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CBV acredita que Superliga 2026/2027 será a última antes de criação de nova estrutura

À Máquina do Esporte, Radamés Lattari, presidente da entidade, afirmou que tem "conversas bem adiantadas" para aplicação de novo modelo

Jogadores e gestores da Superliga de Vôlei posam durante lançamento da temporada 2026/2027 na COB Expo 2026 - Dhavid Normando / Fotoclic / CBV

⚡ Máquina Fast
  • CBV prevê mudanças no modelo de gestão da Superliga a partir da temporada 2026/2027.
  • Nova Superliga pode ser administrada por uma empresa em sociedade entre CBV e clubes para atrair investidores.
  • Três modelos estão em análise: sócio-investidor, associativo e consórcio, visando maior atratividade para investidores.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) lançou nesta quinta-feira (1º) aquela que poderá ser a última temporada da Superliga com o modelo comercial adotado atualmente. A entidade acredita que a competição já terá um novo modelo de gestão a partir do ano que vem.

Em entrevista à Máquina do Esporte, Radamés Lattari, presidente da CBV, detalhou a expectativa da entidade sobre a competição. A temporada 2026/2027 da Superliga Masculina e Feminina foi lançada em congresso realizado na COB Expo 2026, evento realizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), em São Paulo (SP). 

“Os clubes e a CBV continuam em conversas bem adiantadas. Eu acredito que esta seja a última Superliga nesses moldes, acho que a partir da próxima já vai existir uma empresa em uma sociedade da CBV com os clubes para a chegada de investidores”, disse o presidente da CBV.

A nova Superliga conta com um escritório de advocacia trabalhando em seu desenvolvimento, que está próximo de ser concluído. 

“Agora, os clubes através de uma comissão que existe entre eles estão numa reta final para saber qual a melhor proposta e em breve eu acredito que a gente tenha novidades”, projetou.

Modelo

Entre as questões ainda em aberto sobre a nova Superliga de vôlei está o modelo que será seguido. Nos últimos meses, conforme debatido no 5º Fórum Máquina do Esporte, realizado em maio, foram cogitados três caminhos.

LEIA MAIS: CBV e clubes tentam definir modelo de negócio da nova Superliga de Vôlei

Um deles poderia contar com a CBV e um sócio-investidor, com direitos comerciais e de mídia da competição sendo repassados a uma empresa criada para gerir a liga e que ficaria responsável por negociar essas propriedades.

O segundo modelo analisado seria o associativo, similar ao adotado pelo Novo Basquete Brasil (NBB) e blocos comerciais como Liga do Futebol Brasileiro (Libra) e Futebol Forte União (FFU). A terceira alternativa seria a constituição de uma espécie de consórcio, que permitiria a participação de várias partes com interesses compartilhados. 

“Seria um misto de tudo. Os clubes e a CBV estão fazendo o possível para ter um modelo que seja bom para todos. Principalmente para que as pessoas possam e ter prazer em investir nessa nessa competição”, concluiu Radamés Lattari.