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Volt Sport mira expansão no vôlei e busca fechar com até quatro clubes para a próxima Superliga

Marca, que está ajustando sua estratégia de comunicação e produtos para ampliar presença na modalidade, também avalia movimento para fornecer o material esportivo de toda a competição no projeto da “nova Superliga”

Equipes perfiladas antes do início da final da Superliga Feminina 2025/2026 - Wander Roberto / Inovafoto / CBV

⚡ Máquina Fast
  • Volt Sport busca fechar de dois a quatro contratos de material esportivo com clubes da Superliga para 2027/2028.
  • Empresa considera candidatura para fornecer material para todas as equipes na nova Superliga via licitação.
  • Projeto da nova Superliga deve iniciar em 2027/2028, com gestão em sociedade entre CBV, clubes e investidores.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Volt Sport quer ampliar a sua presença no vôlei brasileiro e busca fechar de dois a quatro acordos de material esportivo com clubes da Superliga para a temporada 2027/2028. Além disso, a Máquina do Esporte apurou que a empresa também tem interesse em se candidatar para ser a fornecedora de todas as equipes da competição em uma eventual licitação do projeto da “nova Superliga” para essa propriedade.

“A ideia é realmente ampliar a nossa atuação no vôlei. A experiência desses dois anos que tivemos com a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) foi muito positiva. A gente está super satisfeito e, inclusive, estamos readaptando o nosso planejamento estratégico para poder trabalhar melhor a modalidade”, disse Fernando Kleimmann, sócio-diretor da Volt Sport, em entrevista à Máquina do Esporte.

“E sobre uma possível [parceria com toda a] liga, sem dúvida nenhuma, a gente enxerga isso como uma possibilidade. Tem tudo a ver com a nossa expertise, com o nosso posicionamento, com a nossa estratégia”, completou.

Conforme a Máquina do Esporte reportou recentemente, é provável que o projeto da “nova Superliga” entre em vigor já na temporada 2027/2028 e o CNPJ da empresa responsável pela gestão e comercialização do campeonato deve ser constituído ainda este ano.

“Os clubes e a CBV continuam em conversas bem adiantadas. O que eu posso dizer é que acredito que esta seja a última Superliga nesses moldes. Eu acho que caminhamos muito para que exista uma empresa que seja uma sociedade da CBV com os clubes para a chegada de investidores”, disse Radamés Lattari, presidente da CBV, em entrevista à Máquina do Esporte na COB Expo 2026.

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