O Paulistão 2026 terminou no último domingo (8) e consolidou o projeto esportivo da Record, demonstrando que a emissora se estabeleceu como um nome de peso na transmissão do futebol nacional. A emissora registrou evoluções comerciais e de receita nessa temporada do estadual.
Ao Maquinistas, podcast da Máquina do Esporte, Alarico Naves, superintendente comercial multiplataforma da Record, apontou que a empresa atingiu a marca de 257 milhões de visualizações, o que representa um aumento de 37% em comparação ao desempenho do ano anterior.
“Considero um dos melhores negócios da casa hoje, que faz [o ecossistema] se retroalimentar. Você pega um produto de outro território e tem os gols, comentários, fatos e aquilo alimenta toda nossa cadeia de jornalismo”, exaltou.
Para além da televisão, em que o tempo total gasto pelo público com programação ao vivo cresceu 76%, o Paulistão funcionou como um motor vital de captação para os produtos digitais da casa.
O futebol tem sido um dos pilares de faturamento da Record. O streaming Record Plus teve um salto de 715%, impulsionado pela atração de novos usuários que buscam o esporte. Com isso, a base de cadastros da plataforma aumentou 70%, saltando de 10 milhões para 17 milhões de pessoas.
“É muita coisa ter 17 milhões que tem cadastro, você consegue rastrear e entregar de acordo com aquilo que a pessoa quer ter interesse naquele tema”, disse Alarico Naves.
A estratégia focada na atenção do torcedor e na aposta em novos formatos para os patrocinadores demonstrou que o esporte ao vivo continua sendo um dos ativos mais valiosos e rentáveis do mercado.
Comercial
A audiência foi acompanhada pela evolução dos parceiros, o que gerou um incremento de 11% nos investimentos comerciais de marcas que já formavam uma base parceira no projeto.
“Desde o início várias marcas vem se repetindo, a não ser aquelas que tem algum problema de planejamento, não pelo produto. Com muita rapidez a gente já tem um um substituto naquele segmento, então é nessa consistência que a gente vem vencendo e incrementando”, analisou Alarico Naves.
Durante os 20 jogos transmitidos na temporada, a rede entregou um total de 713 intervenções publicitárias, englobando vinhetas, comerciais e ações de merchandising integradas ao conteúdo. Na final entre Palmeiras e Novorizontino, o público foi impactado por 46 inserções de diferentes empresas.
Entre as estratégias para gerar conversão, a emissora apostou no uso de QR Codes na tela e em ações criativas de alto impacto, permitindo mensurar o retorno no ponto de venda em tempo real.
“Nossa promessa de venda não pode ser só um papo de vendedor, a gente tem que entregar, porque hoje a performance é muito bem questionada em cima da gente”, pontuou o executivo.
O podcast Maquinistas, apresentado por Erich Beting e Gheorge Rodriguez, com a participação de Alarico Naves, superintendente comercial multiplataforma da Record, já está disponível no canal da Máquina do Esporte no YouTube:
