A abertura da Copa do Mundo de 2026, realizada nesta quinta-feira (11), no Estádio Azteca (Mexico City Stadium durante a Copa, por conta de regras da Fifa), na Cidade do México, tinha tudo para ser a festa perfeita da Adidas.
Parceira da Federação Internacional de Futebol (Fifa), a marca fornece a bola do Mundial, o fardamento dos árbitros e também os uniformes de México e África do Sul, seleções que fizeram o primeiro jogo do torneio, vencido pelos latino-americanos por 2 a 0.
Apesar desse predomínio da empresa alemã, porém, a Nike é que acabou brilhando na disputa pela artilharia do primeiro dia da Copa 2026, com direito a uma goleada sobre as concorrentes.
Dos cinco gols anotados nas duas primeiras partidas do Mundial, quatro foram marcados por jogadores que calçam chuteiras da marca norte-americana.
Em México x África do Sul, tanto Julián Quiñones quanto Raúl Jiménez, autores dos gols da vitória dos anfitriões do torneio, utilizam calçados da Nike.
Na partida seguinte, entre Coreia do Sul e República Tcheca, a Nike ampliou a vantagem com Ladislav Krejci, que abriu o placar para a equipe do Leste Europeu.
A Mizuno também resolveu entrar de penetra na festa da Adidas, com Hwang In-Beom, que marcou o gol de empate sul-coreano. A goleada da Nike na rodada de abertura da Copa 2026 foi fechada com Hyeon-Gyu Oh.
Ele foi o único atleta, entre os que marcaram gol no primeiro dia de competição, a usar chuteira e uniforme da mesma fornecedora de material esportivo. A partida terminou com vitória dos asiáticos por 2 a 1.
Além da disparada da Nike na disputa pela artilharia das chuteiras do Mundial, outro detalhe chamou a atenção do fundador e CEO da Máquina do Esporte, Erich Beting.
“Foi interessante notar o quanto as marcas estão apostando no rosa para as chuteiras dos jogadores”, disse o jornalista, logo após a vitória do México sobre a África do Sul.
No jogo seguinte, a tendência ficaria ainda mais clara, sobretudo nos calçados utilizados pelos jogadores da Coreia do Sul.
