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Bank of America projeta que Copa 2026 deve injetar US$ 41 bilhões na economia global

Relatório feito pela instituição financeira, que é patrocinadora do Mundial da Fifa, aponta para a criação de 824 mil empregos ao redor do mundo

Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho - Divulgação / Fifa

⚡ Máquina Fast
  • A Copa do Mundo de 2026 deve injetar US$ 41 bilhões na economia global e criar 824 mil empregos.
  • Os Estados Unidos serão a principal sede, com aumento de US$ 17,2 bilhões no PIB e 185 mil vagas de emprego.
  • A Fifa projeta faturamento de US$ 11 bilhões, 50% maior que no ciclo anterior, impulsionado por mídia e ingressos.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, deverá injetar US$ 41 bilhões (cerca de R$ 202 bilhões, na cotação atual) na economia global. A projeção foi divulgada em um relatório realizado pelo Bank of America, instituição financeira norte-americana que é patrocinadora do Mundial da Fifa.

A estimativa da companhia aponta para a abertura de 824 mil postos de trabalho ao redor do planeta. O formato do campeonato, agora com 48 países disputando 104 jogos em 16 praças esportivas, deverá viabilizar a ida de 6,5 milhões de pessoas aos estádios.

Principal sede da competição com 11 municípios envolvidos, os Estados Unidos concentrarão a maior parcela das movimentações comerciais. A projeção indica um acréscimo de US$ 17,2 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) local, além da formalização de 185 mil vagas de emprego focadas na realização do torneio.

Nas transmissões, o alcance estimado do campeonato bate a marca de 6 bilhões de espectadores. O pico de consumo ocorrerá na decisão do título, quando a demanda por plataformas de streaming deverá reter 7% de todo o tráfego de internet utilizado mundialmente.

Fifa

Para a Fifa, o fechamento do balanço financeiro do ciclo entre 2023 e 2026 estabelecerá um novo patamar de arrecadação. O faturamento projetado é de US$ 11 bilhões, o que configura uma expansão de 50% em relação aos quatro anos anteriores.

A negociação dos pacotes de mídia e televisão responde pela maior fatia desse montante, somando US$ 4,3 bilhões. Os acordos comerciais corporativos representam uma entrada de US$ 2,7 bilhões, seguidos pela comercialização de ingressos e camarotes, que devem movimentar US$ 3 bilhões.