Faltando dez dias para o início da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho, no México, Canadá e Estados Unidos, a seleção brasileira conseguiu o feito de se tornar o time nacional de futebol mais seguido de todo o Instagram, com 22 milhões de fãs.
O número foi alcançado por volta das 14h desta segunda-feira (1º). Essa é a primeira vez que uma seleção atinge essa marca. Com isso, a equipe canarinho conseguiu tomar a liderança de Portugal, que tem cerca de 21,9 milhões de seguidores no Instagram.
Os portugueses têm como grande trunfo nas redes a presença do atacante Cristiano Ronaldo em suas fileiras. Ele é o ser humano com maior número de seguidores no Instagram, 665 milhões no total.
Principal astro da seleção brasileira, o atacante Neymar, do Santos, tem pouco mais de 230 milhões de inscritos na plataforma.
Estratégia
O bom desempenho da seleção brasileira nas plataformas digitais é resultado da estratégia estabelecida pelo setor de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na gestão do presidente Samir Xaud.
Desde maio de 2025, a entidade ganhou 5 milhões de inscritos no Instagram. Um acontecimento decisivo nesse processo ocorreu em junho do ano passado, quando a CBF alterou o nome de seu perfil nas redes para @brasil, buscando ampliar a conexão com os torcedores locais e facilitar as buscas feitas pela audiência de outros países.
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Em março deste ano, a instituição estabeleceu um recorde mensal, com o ganho de 532 mil inscritos.
Mas esse número seria superado em maio, com a cerimônia de convocação dos atletas que disputarão a Copa de 2026, quando o perfil @brasil atraiu 1,2 milhão de novos seguidores no Instagram.
“Desde que a nova gestão assumiu, fizemos todo um investimento nas redes sociais, buscando mudar a forma como a entidade se comunica com o público, para reaproximar a seleção e a CBF do fã do futebol”, explicou o diretor de comunicação da instituição, Fábio Seixas, à Máquina do Esporte.
De acordo com ele, para estabelecer essa estratégia a CBF realizou uma ampla pesquisa nacional de opinião, além de estudo qualitativo e grupos de trabalho com torcedores e parceiros, que levaram às mudanças nas redes. “Esperamos agora que esses números só aumentem, até a Copa do Mundo”, disse o diretor.
