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Globo enfrenta desafio de falar com diferentes públicos na Copa do Mundo 2026

Em debate no 5º Fórum Máquina do Esporte, executivos da Globo contam estratégia para atender perfis variados de torcedores

Monica Ramos, Mariana de Felippes, Marcelo Fernandes e Paulo Andrade durante debate no 5º Fórum Máquina do Esporte - Diogo Anhasco/Fotop

Monica Ramos, Mariana de Felippes, Marcelo Fernandes e Paulo Andrade durante debate no 5º Fórum Máquina do Esporte - Diogo Anhasco/Fotop

⚡ Máquina Fast
  • Globo planeja cobertura da Copa do Mundo 2026 com conteúdos personalizados para diversos públicos em suas múltiplas plataformas.
  • A logística da cobertura é desafiadora pela Copa ser realizada em três países, envolvendo cerca de 500 profissionais entre enviados e equipe de apoio.
  • A Ge TV, nova plataforma da Globo, terá foco na Geração Z com conteúdo leve e engajamento comunitário, ampliando o alcance da cobertura.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

Um dos desafios para a cobertura da Globo da Copa do Mundo 2026, em suas diferentes plataformas, será ter a capacidade para falar com diferentes públicos, fazendo o uso de todo o ecossistema da empresa para agregar todos os tipos de torcedores.

Durante o debate As Copas de Todo Mundo, realizado no 5º Fórum Máquina do Esporte, foi destacado como será esse planejamento, utilizando o portfólio de plataformas da empresa.

Planejamento

Monica Ramos, gerente sênior de transmissões de futebol, explicou que esse trabalho começou cerca de um ano antes do início do torneio.

“Quem gosta de ver a Copa do Mundo num churrasco com amigos, põe na Globo porque a gente vai fazer passeio por todos os estados do Brasil, vai falar com todas as pessoas. Quem prefere uma cobertura mais analítica, heavy user, com opinião, vai para o sportv. A Ge TV tem um tom mais leve e descontraído. O ge.globo é o hub de tudo isso. Conectando tudo, ainda tem o Globoplay”, conta.

A executiva destacou ainda os desafios logísticos da edição de 2026, que será disputada em três países: Estados Unidos, México e Canadá.

“Essa é uma Copa do Mundo muito cara. Temos que organizar essa logística com antecedência. Teve um desafio extra neste ano, porque não temos todos os jogos. Precisamos organizar que jogos iríamos priorizar para Globo e sportv. É um grande quebra-cabeça”, comentou.

Segundo ela, cerca de 500 pessoas estão envolvidas na infraestrutura da cobertura, somando os enviados ao exterior com o pessoal de apoio no Brasil.

Comunidade

Essa será a primeira Copa do Mundo coberta pela Ge TV, plataforma digital lançada há pouco mais de seis meses buscando conexão especialmente com a Geração Z, conhecida por maneiras diferenciadas de consumir esporte.

“A Ge TV vem com DNA de comunidade, principalmente de engajamento. Formada por criadores, novas gerações que consomem além dos 90 minutos. Nosso DNA é provocar conversa, satisfazer geração que consome futebol de maneira diferente”, afirma Mariana de Felippes, gerente sênior de produto da Ge TV.

Consumo

A Copa do Mundo da Fifa é um evento esportivo que tem o poder de atrair todo tipo de público, até aquele que não é muito ligado em futebol ou esporte.

“Temos nossa pirâmide: 83% da população brasileira consome esporte. Quando tem um grande evento como a Copa, o light vira medium, o medium vira heavy e o heavy vira mais heavy”, brinca Marcelo Fernandes, gerente sênior de produto do sportv.

“A Globo tem a capacidade de entregar para diferentes pessoas. Tem aquele público que só quer acompanhar a seleção brasileira. Muitos vão estar imersos, tem aquele que quer a Copa para se divertir e tem aqueles mais distanciados. O ponto-chave é ter produto para cada um deles”, comenta.

O 5º Fórum Máquina do Esporte conta com o patrocínio de Ticket Sports, Nike, sportv e Genial Investimentos, e ainda tem o apoio de Administração ESPM e Fotop.