A Puma divulgou resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2026 com uma receita de € 1,864 bilhão até março.
O número representa uma queda de 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da retração nas vendas, o lucro líquido subiu de € 500 mil para € 26,5 milhões.
Na região que engloba Europa, Oriente Médio e África (Emea), as vendas caíram 13,1%, totalizando € 774,5 milhões.
Nas Américas, houve queda de 2%, com receita de € 655,6 milhões. Já na região Ásia-Pacífico, o desempenho foi positivo, com crescimento de quase 1% e faturamento de € 434 milhões.
Produtos
O segmento de calçados, principal área de negócios da Puma, registrou queda de 8,1%, alcançando € 1,089 bilhão.
As vendas de vestuário somaram € 546,3 milhões, uma redução de 4%. Os acessórios contribuíram com € 228 milhões, o que representa outro tombo, esse de 3% em relação ao ano anterior.
Gestão
Para Arthur Hoeld, CEO da Puma, houve a necessidade de ajustes internos neste início de ano, fazendo com que os números da companhia sofressem quedas.
“Reduzimos os níveis de estoque mais rapidamente do que o previsto, simplificamos nosso portfólio de produtos e corrigimos ineficiências operacionais”, lista o executivo.
Hoeld acrescentou que a empresa continuará priorizando a qualidade da distribuição, a base de custos e a gestão de caixa. Ele também destacou novos equipamentos colocados no mercado pela marca de material esportivo no último trimestre.
“Tivemos lançamentos de produtos bem-sucedidos, como o primeiro tênis de alta performance projetado especificamente para a Hyrox, além dos nossos uniformes para as seleções na Copa do Mundo da Fifa”, afirmou, referindo-se à competição fitness que combina corrida e exercícios funcionais.
