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Vega Sports lança Vega Brands para auxiliar marcas a transformarem esporte em plataforma de negócio

Núcleo da holding de marketing esportivo trabalhará na estratégia, criatividade e execução de projetos personalizados

Vega Brands, unidade de negócio da Vega Sports, trabalhará na criação da conexão entre marcas e o universo esportivo - Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • A Vega Sports lançará em 2026 o núcleo Vega Brands, focado em conectar marcas ao universo esportivo com estratégias personalizadas.
  • Em 2025, a área responsável por eventos e ativações dobrou o faturamento e ampliou o portfólio, atendendo desde o running até futebol feminino e modalidades olímpicas.
  • O novo núcleo integrará projetos proprietários e parcerias existentes, buscando expansão nacional e internacional no marketing esportivo.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Vega Sports passará a contar com uma nova unidade de negócios a partir de 2026. A holding de marketing esportivo lançará o núcleo Vega Brands, que se dedicará na criação da conexão entre marcas e o universo esportivo, bem como o desenvolvimento de projetos para clubes, ligas e federações.

Com o novo núcleo, a companhia trabalhará de forma personalizada, para desenvolver estratégia, criatividade e a execução de projetos que aproximarão marcas ao universo esportivo.

“A Vega Brands é dedicada a transformar o esporte em plataforma de construção de marca e experiência. É uma área que coloca o esporte para trabalhar a favor das marcas”, disse Thales Otsuka, diretor de marketing esportivo da Vega Sports, à Máquina do Esporte.

“Trabalhamos para fazer com que as marcas consigam explorar o melhor do esporte para gerar resultados, seja de engajamento, de criar uma experiência memorável, de impulsionar vendas ou outras métricas. É uma área totalmente focada em gerar negócios para as marcas a partir do esporte”, seguiu.

A companhia contou, nos últimos anos, com três frentes principais de negócio: eventos, agenciamento de atletas e gestão de clubes. As propriedades envolvidas incluem a Corrida Internacional de São Silvestre, Asics Golden Run, Asics House, Ayrton Senna Racing Day e Cosmopolitano Sports, entre várias outras.

“Começamos a entender que as marcas que patrocinavam os nossos eventos queriam criar uma conversa adicional. Elas queriam explorar aquele ativo esportivo de uma forma que pudesse potencializar ainda mais o resultado, transformando o patrocínio de um evento em uma plataforma de comunicação que ultrapassa o dia da experiência e que vale por semanas ou meses, de uma forma mais consistente”, contou o executivo.

Na prática, o lançamento nomeia e operacionaliza como unidade de negócio um serviço que já tem sido realizado pela Vega Sports. Em 2025, a área foi responsável por aproximadamente 150 eventos e ativações, adicionando 10 novos clientes ao portfólio e dobrando o faturamento com essa frente.

“Todos esses números vêm de um crescimento orgânico de marcas que vieram principalmente por conta da corrida, perguntando como poderiam entrar, já que todos estavam falando sobre isso. Vimos o resultado e percebemos que não era só o mercado da corrida: patrocinadores de grandes clubes, campeonatos e ligas esportivas também vieram atrás querendo esse suporte”, apontou o diretor.

“O lançamento da Vega Brands vem para consolidar essa unidade de negócio, sendo uma forma de irmos ao mercado e contarmos o que estamos fazendo, o que podemos oferecer e como podemos, de fato, gerar resultado. A prospecção e a ida ao mercado agora é algo que vamos intensificar”, completou.

Personalização

Um dos principais diferenciais do novo núcleo está na possibilidade de personalização dos serviços. Com isso, a Vega Sports espera atingir marcas de todos os tamanhos, que nutram diferentes níveis de contato com o universo esportivo.

“Nossa atuação conecta estratégia, criatividade e execução de forma muito personalizada. Ela pode ir desde um grande player que está há anos no esporte, mas quer contar uma história inovadora, se aproximar de um determinado público ou fortalecer algum produto, até uma marca estreante que quer dar o primeiro passo e não sabe como”, avaliou Thales Otsuka.

A empresa entende que o marketing esportivo atual vive a democratização das formas de apropriação do esporte. A Vega Brands aposta em uma metodologia adaptativa para aproveitar o cenário para ampliar o portfólio.

“Vimos que as marcas precisavam de ajuda e suporte para explorar o ativo e criar conexões. Já estávamos criando narrativas e ativos proprietários para as marcas, estruturando o planejamento estratégico do que faz sentido para a marca dentro do esporte, criando ações independentes e fazendo essa execução no ponto de contato com o consumidor”, pontuou o diretor de marketing esportivo.

Integração

Com operação que conta com aproximadamente 30 pessoas, em um time que tem sido montado desde o ano passado, a Vega Brands se integrará ao ecossistema da Vega Sports, o que significa aproveitar a atuação da companhia em outras frentes, principalmente na parte de eventos.

“A propriedade que trabalhamos pode ser complementar a algum ativo que já temos ou podemos construir uma narrativa totalmente proprietária. É uma área que consegue explorar o melhor da Vega Sports, mas que também trabalha de forma autônoma e autêntica diante das oportunidades do mercado”, exaltou o executivo.

Além de criar novas histórias, a Vega Brands poderá, e deverá, potencializar parcerias que já são mantidas pela holding, de forma a complementar o impacto da Vega Sports.

“Nossa metodologia nos coloca no campo, conversando com comunidades e aplicando pesquisas para entender os desejos, os fatores de decisão e a preferência de quem pratica esporte ou é fã da modalidade. Nosso objetivo é gerar resultado para as marcas, e isso acaba respingando na potencialização dos produtos, que é a metodologia da Vega Sports como um todo”, lembrou.

Projetos 

A Vega Brands já começa sendo responsável por alguns projetos, principalmente aqueles herdados de outras frentes da holding. Nas próximas semanas, a unidade de negócio realizará, por exemplo, um lançamento com a Asics.

“Dentro da Asics, fazemos toda a gestão e ativação da Asics House, no Parque Bruno Covas. Com a Senna Brands, teremos um evento muito legal no dia 1º de maio no Autódromo de Interlagos”, adiantou Thales Otsuka.

“É um evento grande, proprietário e com patrocinadores, que tem a ideia de continuar transmitindo o legado de Ayrton Senna, unindo exposição, conexão musical e cultural, e deixando um legado para a comunidade baseado nos valores de Senna”, complementou.

O Banco BV também já está entre os parceiros do núcleo, em um projeto que busca conectar gerentes com parceiros de negócios e potenciais clientes através de eventos pelo Brasil inteiro para impulsionar resultados.

“Temos trabalhado com outras marcas em projetos de Copa do Mundo, gestão de ativos e projetos proprietários, e devemos anunciar boas parcerias com alguns agentes do mercado nas próximas semanas. Nós deixamos o protagonismo dos projetos para os nossos parceiros, pois somos um complemento, os projetos são de propriedade das marcas, ligas e clubes”, pontuou o diretor.

Esportes

Ainda que tenha o running como um dos mercados em que mais está consolidada, a Vega Sports pretende se aprofundar e atingir todas as categorias esportivas com a Vega Brands. 

“Temos trabalhado ultimamente com a NBA e o automobilismo. Um dos nossos principais clientes é a marca Senna, trabalhamos para eternizar, potencializar e rejuvenescer todo o legado do Senna. Temos trabalhado também com plataformas específicas dentro do futebol, ativação de patrocínio, gestão de camarotes e criação de campanhas proprietárias”, exemplificou o executivo.

A Copa do Mundo Feminina de 2027, que acontecerá no Brasil, será, de acordo com o planejamento da empresa, um evento essencial para o ganho de terreno para além do running. A intenção é começar a trabalhar com a modalidade desde já, para se posicionar à frente deste mercado que ganha muito potencial com o evento.

“A nossa grande aposta este ano é a entrada no futebol feminino, visando toda a consistência e o legado que a Copa pode deixar aqui no Brasil”, disse.

Mesmo sendo um pilar do núcleo, o futebol está longe de ser o único foco. A Vega Brands chega para ampliar o leque de atuação esportiva da companhia.

“Também estamos atuando com modalidades olímpicas e fazendo um trabalho muito próximo das principais ligas e federações que desenvolvem outras modalidades, sejam de nicho ou não, mas que estão crescendo muito”, detalhou.

“Acreditamos que temos um poder muito forte de ajudá-las a se conectarem com as marcas, seja desenvolvendo ativos proprietários, seja criando ações específicas com gestão de comunidades, ativações e campanhas que potencializem o que elas podem oferecer”, acrescentou.

Expansão

Agora, com o lançamento da Vega Brands, a companhia espera acelerar o desenvolvimento desta frente, enquanto trabalha para aproveitar o potencial percebido nos últimos meses, a partir da evolução orgânica.

“Viemos com uma meta de crescimento ainda muito forte e alta, mas o grande ponto para nós, e o nosso propósito de criação da empresa, é participar dos grandes momentos esportivos do Brasil. Isso fala um pouco sobre a nossa estratégia de faturamento. Queremos estar nos principais eventos de futebol, de basquete e de running”, afirmou Thales Otsuka.

A partir da unidade de negócio, a Vega Sports espera se posicionar com ainda mais credibilidade no universo do marketing esportivo nacional para, então, acompanhar as tendências deste mercado e começar a olhar para os mercados internacionais.

“Queremos estar atentos às movimentações e tendências dos esportes americanos entrando no Brasil e das modalidades olímpicas. Nosso principal objetivo é ajudar marcas, ligas e clubes a explorarem esse potencial dentro dos grandes momentos do esporte”, projetou o diretor de marketing esportivo da Vega Sports.

“É assim que entendemos que manteremos esse crescimento e essa relevância, porque queremos ser um dos principais agentes do mercado esportivo no Brasil, já começando a mirar também as ligas americanas e as competições da América do Sul”, concluiu.