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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Santiago Bernabéu, Espanha, 1982

Palco da decisão do único Mundial em solo espanhol foi o principal ativo comercial do torneio, que marcou a introdução de patrocinadores globais e do conceito de estádio limpo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Munique, Alemanha, 1974

Palco da decisão do Mundial disputado na Alemanha Ocidental marcou o início da venda centralizada de publicidade e a consolidação das placas comerciais ao redor do campo de jogo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

Palco da decisão do Mundial sediado e vencido pelos ingleses operava sob uma lógica financeira pautada na venda de ingressos e contava com áreas exclusivas para relacionamento diplomático entre autoridades políticas

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wankdorf, Suíça, 1954

Palco do "Milagre de Berna", estádio suíço sediou a final do primeiro Mundial da Fifa transmitido ao vivo pela TV

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De Juanito a Gauchito: A era das mascotes “humanas” na Copa do Mundo

Segunda reportagem da série de conteúdos especiais da Máquina do Esporte sobre os negócios envolvendo os personagens da Fifa aborda os Mundiais de 1970, 1974 e 1978

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