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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: MetLife, Estados Unidos, 2026

Com redução temporária de assentos e readequação de espaços premium, arena em Nova Jersey integra plano comercial da Fifa para atingir até US$ 13 bilhões em receitas no ciclo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Lusail, Catar, 2022

Com foco em hospitalidade e camarotes privados, arena sediou a decisão do Mundial no Oriente Médio e contribuiu com grande parte da receita de US$ 7,56 bilhões que a Fifa registrou no ciclo de 2019 a 2022

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Luzhniki, Rússia, 2018

Com investimento de € 350 milhões em reformas e foco em hospitalidade corporativa, arena em Moscou sediou a decisão do torneio que, ao todo, gerou US$ 6,42 bilhões em receitas para a Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Soccer City, África do Sul, 2010

Com investimento de US$ 440 milhões em reformas e operação focada na hospitalidade corporativa, arena em Joanesburgo sediou a decisão do Mundial que gerou mais de US$ 3,6 bilhões para a Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Berlim, Alemanha, 2006

Com reforma estimada em € 242 milhões e construção de 113 camarotes, arena alemã sediou a decisão do torneio, que gerou quase 3 bilhões de francos suíços no total em receitas para a Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Yokohama, Japão, 2002

Com estrutura interna limitada para áreas premium, arena da final do torneio impulsionou a criação de espaços de hospitalidade externos e foi palco da primeira operação comercial controlada internamente pela Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Stade de France, França, 1998

Construído via parceria público-privada, estádio em Saint-Denis concentrou operação em áreas de hospitalidade e impulsionou o licenciamento corporativo de grandes marcas durante a decisão do Mundial

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rose Bowl, Estados Unidos, 1994

Palco do tetracampeonato mundial da seleção brasileira passou por reformas para receber a final do torneio e ajudou a estruturar o modelo de vilas temporárias de hospitalidade

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Santiago Bernabéu, Espanha, 1982

Palco da decisão do único Mundial em solo espanhol foi o principal ativo comercial do torneio, que marcou a introdução de patrocinadores globais e do conceito de estádio limpo

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