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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Stade de France, França, 1998

Construído via parceria público-privada, estádio em Saint-Denis concentrou operação em áreas de hospitalidade e impulsionou o licenciamento corporativo de grandes marcas durante a decisão do Mundial

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rose Bowl, Estados Unidos, 1994

Palco do tetracampeonato mundial da seleção brasileira passou por reformas para receber a final do torneio e ajudou a estruturar o modelo de vilas temporárias de hospitalidade

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Santiago Bernabéu, Espanha, 1982

Palco da decisão do único Mundial em solo espanhol foi o principal ativo comercial do torneio, que marcou a introdução de patrocinadores globais e do conceito de estádio limpo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Monumental de Núñez, Argentina, 1978

Em meio a tensões políticas, palco do primeiro título mundial da Argentina marcou o surgimento do marketing esportivo moderno no futebol por intermédio de uma parceria entre a Fifa e a agência West Nally

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Munique, Alemanha, 1974

Palco da decisão do Mundial disputado na Alemanha Ocidental marcou o início da venda centralizada de publicidade e a consolidação das placas comerciais ao redor do campo de jogo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Azteca, México, 1970 e 1986

Palco de duas decisões do Mundial da Fifa, estádio mexicano ilustra a evolução da hospitalidade, dos direitos de transmissão e dos patrocínios no esporte em um intervalo de 16 anos

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

Palco da decisão do Mundial sediado e vencido pelos ingleses operava sob uma lógica financeira pautada na venda de ingressos e contava com áreas exclusivas para relacionamento diplomático entre autoridades políticas

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Santiago, Chile, 1962

Palco do bicampeonato da seleção brasileira, estádio foi um dos pilares do projeto da organização chilena para o Mundial e ainda sustentou financeiramente o torneio

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rasunda, Suécia, 1958

Com financiamento individual para ampliação e ingressos como principal fonte de receita, estádio da final do Mundial disputado na Suécia serviu de laboratório para o início do marketing no futebol

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