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San Francisco: Com franquias tradicionais na NBA e na NFL, cidade foca em tecnologia e público premium para a Copa do Mundo de 2026

Região da Bay Area usa a força do Vale do Silício e a infraestrutura tecnológica do Levi's Stadium para sediar o Mundial quatro meses após receber o Super Bowl LX

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Seattle: Com tradição no futebol, cidade espera receber 750 mil pessoas durante a Copa do Mundo de 2026

Maior e mais populosa cidade do estado de Washington também foca na modernização da infraestrutura para receber o Mundial e consolidar relevância no futebol da América do Norte

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Kansas City: Casa da seleção argentina na Copa do Mundo de 2026 recorre a financiamento de dois estados para viabilizar torneio

Menor sede do Mundial, cidade aposta em infraestrutura de alto nível e na presença da seleção de Lionel Messi para superar limitações do mercado local

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Houston: Cidade recorre a gigantes de energia e blinda cofres públicos para viabilizar Copa do Mundo de 2026

Quarta maior cidade dos Estados Unidos projeta um impacto econômico de US$ 1,5 bilhão com o Mundial, a partir da força corporativa do setor energético e da demografia multicultural

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Boston: Cidade aposta na força de conglomerados globais para impulsionar negócios na Copa do Mundo de 2026

Capital do estado de Massachusetts aproveita a presença de grandes grupos de investimento e de um calendário de eventos simultâneos ao Mundial para projetar impacto econômico superior a US$ 500 milhões

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Los Angeles: Sede da estreia dos EUA na Copa, cidade usará torneio como teste para os Jogos Olímpicos de 2028

Sede de oito jogos do torneio da Fifa, "Cidade dos Anjos" aposta na força de ícones da cultura pop para engajar torcedores e busca validar operação logística para receber a próxima Olimpíada

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Yokohama, Japão, 2002

Com estrutura interna limitada para áreas premium, arena da final do torneio impulsionou a criação de espaços de hospitalidade externos e foi palco da primeira operação comercial controlada internamente pela Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Santiago Bernabéu, Espanha, 1982

Palco da decisão do único Mundial em solo espanhol foi o principal ativo comercial do torneio, que marcou a introdução de patrocinadores globais e do conceito de estádio limpo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Santiago, Chile, 1962

Palco do bicampeonato da seleção brasileira, estádio foi um dos pilares do projeto da organização chilena para o Mundial e ainda sustentou financeiramente o torneio

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