A Copa do Mundo 2026 mal acabou e a briga pelos direitos de transmissão pela edição de 2030 já está ganhando forma. A ESPN indicou, através de seu presidente Jimmy Pitaro, que brigará pela propriedade no mercado dos Estados Unidos.
Para isso, a rede de canais que pertence a Disney precisará desembolsar algo entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões, mais de R$ 10 bilhões, que é o valor projetado por especialistas para os Mundiais de 2030 e 2034. O preço da propriedade supera por muito os US$ 485 milhões pagos pela Fox para transmitir a Copa 2026, por exemplo.
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A inflação no valor é consequência do sucesso de audiência e comercialização das transmissões da Copa do Mundo 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
Fox e Telemundo, que exibiu jogos com narração em espanhol, bateram recordes de audiência nos Estados Unidos e devem arrecadar US$ 850 milhões em publicidade. As receitas foram potencializadas pela polêmica parada para hidratação, que rendeu algo em torno de US$ 250 milhões para a Fox.
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Durante a CNBC Sport x Boardroom Game Plan Summit, feira anual focada em esportes, entretenimento e mídia, Jimmy Pitaro indicou que a ESPN brigará pelos direitos da Copa do Mundo 2026.
“Claro que estamos interessados. Isso tem sido um sucesso estrondoso. Não estamos nada surpresos”, disse o presidente da ESPN.
Transmitir a Copa do Mundo 2026 segue a estratégia desenhada pela Disney para os direitos esportivos nos próximos anos. A companhia deverá priorizar eventos de maior audiência para impulsionar a quantidade de assinaturas, mais do que apenas para preencher a grade.
Competição
É claro que a ESPN não estará sozinha na briga pelos direitos de transmissão da Copa do Mundo 2030 para o mercado dos Estados Unidos. Fox e Telemundo, da NBCUniversal, por exemplo, já demonstraram interesse em renovar o acordo com a Fifa.
Enquanto isso, a Netflix, dona dos direitos da Copa do Mundo Feminina 2027 e 2031 para Estados Unidos e Canadá, YouTube e Apple também teriam interesse em exibir a próxima edição do Mundial masculino.
