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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Soccer City, África do Sul, 2010

Com investimento de US$ 440 milhões em reformas e operação focada na hospitalidade corporativa, arena em Joanesburgo sediou a decisão do Mundial que gerou mais de US$ 3,6 bilhões para a Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Berlim, Alemanha, 2006

Com reforma estimada em € 242 milhões e construção de 113 camarotes, arena alemã sediou a decisão do torneio, que gerou quase 3 bilhões de francos suíços no total em receitas para a Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Yokohama, Japão, 2002

Com estrutura interna limitada para áreas premium, arena da final do torneio impulsionou a criação de espaços de hospitalidade externos e foi palco da primeira operação comercial controlada internamente pela Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Stade de France, França, 1998

Construído via parceria público-privada, estádio em Saint-Denis concentrou operação em áreas de hospitalidade e impulsionou o licenciamento corporativo de grandes marcas durante a decisão do Mundial

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rose Bowl, Estados Unidos, 1994

Palco do tetracampeonato mundial da seleção brasileira passou por reformas para receber a final do torneio e ajudou a estruturar o modelo de vilas temporárias de hospitalidade

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Roma, Itália, 1990

Palco da decisão em solo italiano consolidou o modelo de patrocínios globais da Fifa e a estruturação de áreas de hospitalidade corporativa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Santiago Bernabéu, Espanha, 1982

Palco da decisão do único Mundial em solo espanhol foi o principal ativo comercial do torneio, que marcou a introdução de patrocinadores globais e do conceito de estádio limpo

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Monumental de Núñez, Argentina, 1978

Em meio a tensões políticas, palco do primeiro título mundial da Argentina marcou o surgimento do marketing esportivo moderno no futebol por intermédio de uma parceria entre a Fifa e a agência West Nally

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La Serena mira R$ 100 milhões até 2030 como “braço institucional” de gigantes do material esportivo

Empresa se posiciona como ponte para marcas e instituições interessadas em agregar valor e impacto a ações com produtos de marcas consagradas

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Munique, Alemanha, 1974

Palco da decisão do Mundial disputado na Alemanha Ocidental marcou o início da venda centralizada de publicidade e a consolidação das placas comerciais ao redor do campo de jogo

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