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Do valor cultural ao “post vazio”: As lições de posicionamento de marca na Copa

Maior perigo atual é o oportunismo vazio, personificado por marcas corporativas engessadas que tentam forçar uma linguagem superjovem e cheia de gírias de torcida nas redes sociais só para não ficarem de fora; essa superficialidade destrói a percepção de marca

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Números e personagens que fazem a maior Copa do Mundo da história

Em um evento como esse, os números ajudam a explicar o futebol, mas as histórias é que o tornam inesquecível

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Como a Fifa transformou a Copa do Mundo em uma máquina global de negócios

Direitos de transmissão, patrocínios e escassez fazem parte da fórmula de sucesso da entidade que comanda o futebol mundial

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Criatividade do “creator” transforma a Copa em oportunidade para marcas não patrocinadoras

Criadores de conteúdo oferecem alternativas ao explorar rituais populares para gerar conexão genuína e relevância no mercado

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A força do Nordeste na seleção que o mercado ignora

Como o ecossistema nordestino moldou quase um quarto da seleção na Copa do Mundo de 2026 e por que as marcas continuam míopes para essa narrativa de mercado

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Conteúdo digital: O que vem por aí na Copa do Mundo da Fifa 2026

Seleções entenderam que, hoje, são também marcas globais de entretenimento; torcedor quer bastidor, proximidade, personalidade e narrativa

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Marketing de emboscada e proteção dos direitos comerciais na Copa do Mundo

Proteção sustenta a viabilidade econômica do próprio evento; é a exclusividade que confere valor aos ativos, e é o valor dos ativos que atrai os investimentos

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Fora do campo, dentro do negócio

Copa do Mundo nos EUA será o momento em que o maior evento esportivo do planeta encontrará o país que melhor sabe transformar paixão em negócio, e isso pode ser o ápice de uma mudança de cultura entre os norte-americanos

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O que a Adidas entendeu sobre marketing esportivo e linguagem cultural em 2026

No esporte, não basta estar presente, é preciso ser culturalmente legível; marcas que conseguem operar em linguagem cultural entram na conversa com mais profundidade, mais legitimidade e mais chance de permanecer no imaginário

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Categorias de base no centro do novo futebol: Mais dados, mais autonomia e menos centralização no processo de decisão

Tecnologia, especialmente inteligência artificial, pode reduzir distâncias, ampliar acesso e acelerar conexões, mas não substitui formação, planejamento, educação e desenvolvimento humano

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