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Pertencimento não depende de vitórias e derrotas

Ativações de patrocínio que focam na performance perfeita geram métricas de vaidade, mas falham em criar raízes emocionais; consumidor moderno busca narrativas que validem suas dores, sua identidade e, eventualmente, até sua ancestralidade

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A economia da atenção e o futuro das apostas esportivas na Copa do Mundo de 2026

Se em 2022 predominava a lógica da expansão acelerada e da aquisição massiva de usuários, agora o foco está em eficiência, retenção e sustentabilidade

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A Copa do Mundo da atenção: Por que o audiovisual é decisivo para as marcas em 2026

Futuro do audiovisual será definido pela integração entre criatividade humana e capacidade operacional da inteligência artificial, mas nunca um deve ultrapassar o limite do outro

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O Brasil tem talentos, enquanto a França construiu ambientes

Quando a excelência se repete por décadas, ela deixa de ser explicada apenas por uma geração talentosa e passa a refletir a força de um sistema

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Copa do Mundo de 2026: Como prever o público de um torneio que nunca existiu antes?

No esporte, previsões de público muitas vezes começam pelo histórico, mas o que fazer quando se trata de um evento distribuído pela primeira vez por três países, com cidades muito diferentes entre si, longas distâncias e realidades econômicas variadas?

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Anuncie com responsabilidade

Cerco à propaganda desenfreada das bets é um ótimo legado da Copa 2026 ao mercado

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Guardiões da cultura: Do futebol à corrida de rua

Redes sociais criaram uma cultura de julgamento constante sobre vestuário, ritmo e comportamento, o que pode afastar novos praticantes do running; futebol passa por situação semelhante, mas por motivos diferentes

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A Copa do Mundo que o algoritmo não consegue replicar

Fragmentação digital reacendeu o desejo da presença física, e, para as marcas, esse cenário é uma das maiores oportunidades dos últimos anos

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As pausas para hidratação e o contrato que a Fifa resolveu quebrar

Entidade tentou repetir as ligas norte-americanas, mas copiou o resultado sem replicar o processo; importou a metade que monetiza a atenção, mas esqueceu a metade que constrói pertencimento

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O negócio por trás do apito inicial: A primeira semana da Copa nos Estados Unidos

Mundial nos EUA elevou definitivamente o patamar do entretenimento esportivo, mostrando que o espetáculo comercial fora das quatro linhas é tão estratégico e grandioso quanto o jogo lá dentro

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