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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Azteca, México, 1970 e 1986

Palco de duas decisões do Mundial da Fifa, estádio mexicano ilustra a evolução da hospitalidade, dos direitos de transmissão e dos patrocínios no esporte em um intervalo de 16 anos

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wembley, Inglaterra, 1966

Palco da decisão do Mundial sediado e vencido pelos ingleses operava sob uma lógica financeira pautada na venda de ingressos e contava com áreas exclusivas para relacionamento diplomático entre autoridades políticas

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Santiago, Chile, 1962

Palco do bicampeonato da seleção brasileira, estádio foi um dos pilares do projeto da organização chilena para o Mundial e ainda sustentou financeiramente o torneio

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Rasunda, Suécia, 1958

Com financiamento individual para ampliação e ingressos como principal fonte de receita, estádio da final do Mundial disputado na Suécia serviu de laboratório para o início do marketing no futebol

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Wankdorf, Suíça, 1954

Palco do "Milagre de Berna", estádio suíço sediou a final do primeiro Mundial da Fifa transmitido ao vivo pela TV

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Maracanã, Brasil, 1950 e 2014

De monumento estatal a arena moderna, diferença de 64 anos entre as duas decisões realizadas no estádio mostra a evolução comercial e dos negócios em torno do Mundial da Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Olímpico de Colombes, França, 1938

Local, que foi construído como um hipódromo em 1883, se tornou estádio em 1907 e passou por reformas para receber os Jogos Olímpicos de Paris 1924, além do terceiro Mundial da Fifa

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Nacional de Roma, Itália, 1934

Localizado na capital italiana, palco da decisão do segundo Mundial da Fifa serviu como vitrine arquitetônica e palanque político do regime fascista do país

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Os negócios por trás dos estádios das finais de Copa do Mundo: Centenário, Uruguai, 1930

Em uma época amadora do futebol, o palco da final do primeiro Mundial da Fifa foi construído a partir de um projeto do governo uruguaio e pensado para gerar receita por meio da venda de ingressos

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Com Allianz Parque, Palmeiras deixou a briga pelo Z4 para se tornar potência continental

Estádio foi um dos pilares no processo de ascensão que o clube viveu nos últimos 12 anos

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